Programação e Normas

II SINBAIANIDADE e II CILLAA

Grupos de Trabalhos

Isenção de taxa de inscrição

Inscrições e Prazos

Normas para publicação de trabalho

PROGRAMAÇÃO

9 a 11 de outubro de 2015 

09 DE OUTUBRO DE 2015 – SEXTA-FEIRA

08:00 às 18:00 CREDENCIAMENTO
Local: Foyer UNEB
14:00 às 17:00 VERNISSAGE
Local: Foyer UNEB
Fotógrafo Smitsson
Artista plástico Pedro Lima – pinturas da Chapada Diamantina
Artista plástico Nilo dos Santos – pinturas de Orixás
18:00 SOLENIDADE DE ABERTURA
Local: Teatro UNEB
19:00 CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Local: Teatro UNEB
Conferencistas: Manuel Rui e Martinho da Vila
Mediação: Profª Drª Narcimária do Patrocínio Luz (UNEB)
20:00 LANÇAMENTO DE LIVROS
http://www.apidic.uneb.br/cillaa/noticia/lancamentos-de-livros2/
21:00 SHOW:
Local: UNEB
Mateus Aleluia, Nelson Rufino, Zelito Miranda e Raimundo Sodré

 

10 DE OUTUBRO DE 2015 – SÁBADO

07:00 às 08:00 CAFÉ DA MANHÃ
08:00 às 9:00 SESSÕES DE PÔSTERES
Local: UNEB Área externa
Apresentação de baneres inscritos em GT’s matutinos
09:00 às 12:00 VERNISSAGE
Local: Foyer UNEB
09:00 às 12:00 Mesa-Redonda 1-
BAIANIDADES E AFRICANIDADES

Local: Teatro UNEB
Palestrantes:Profº Jaime Sodré (UNEB)Profº Muniz Sodré (UFRJ)Raimundo Sodré (cantor e compositor)

Profº Marco Aurélio Luz (UFBA) – Coordenação

09:00 às 12:00 Mesa-Redonda 2 – LITERATURA E AFRICANIDADES
Local: Auditório DCETPalestrantes:Marco Guimarães (Escritor)Profª Drª Tereza Salgado (UFRJ)

José Mena Abrantes (Escritor angolano)

Rogério Athayde (Escritor)

Kátia Borges (Escritora e Jornalista)

Profª Drª Maria de Fátima Maia Ribeiro (UFBA) – Coordenação

09:00 às 12:00 Mesa – Redonda 3 – CORDEL DA BAHIA
Local: Auditório da Pós-graduação (PPGEDUC)Bule-BuleZé Walter PiresAntônio Barreto

Profº José Carlos Bastos – Coordenação

09:00 às 12:00 Mesa – Redonda 4 – FAZER E DIFUNDIR CINEMA NA BAHIA
Local: DCV
Palestrantes:Edson Bastos (Festival de Cinema Baiano, Ilhéus-BA)Tâmara Chequer  (Mostra de Cinema de Vitória da Conquista)Francisco Egidio (Vale Curtas, Juazeiro-BA)

Daniela Fernandes (Nordeste Lab, Salvador-BA)

Profª Daniela Galdino (UNEB) – Coordenação

09:00 às 12:00 Mesa-Redonda 05 – MERCADO EDITORIAL E A LITERATURA NA BAHIALocal: Auditório do CPEDR
Palestrantes:Carolina Dantas  (Editora Pináuna)Gustavo Felicíssimo  (Editora Mondrongo)

Marcus Guellwar Adún  (Editora Ogum’s Toques Negros)

EDUNEB

Profº Drº Wesley Correia (IFBA)- Coordenação

09:00 às 12:00 Mesa-Redonda 6 – RESISTÊNCIA À DITADURA MILITAR NA BAHIA
Local: DCVPalestrantes:Profº Marcelo Lins (UESC)Henrique Dantas (Cineasta)

Leônia Cunha (Advogada)

Profª Drª Marluce Macedo (PROAF -UNEB) – Coordenação

12:00 às 14:00 Almoço
14:00 às 17:00 Vernissage
Local: Foyer UNEB
14:00 às 17:00 Mesa-Redonda 7 – IDENTIDADES E CULTURAS BRASIL/ÁFRICA
Local: Teatro UNEB
Palestrantes:Profª Drª Agnes Mariano (UFBA)Profº Drº Jean Adriano (UFRB)Profº Drº Feliciano José de Mira  (Feliciano de Mira (OPARÁ / GP-SEDES / UNEB VIII)

Profº Drº José Octávio Van-Dúnem (UAN – Angola)

Profº Drº Eduardo David Oliveira (UFBA) – Coordenação

Adamur Azimeyeh Emazozo  – (Embaixador Da Nigéria)

14:00 às 17:00 Mesa-Redonda 8 – A LITERATURA DE CABO VERDE APRESENTADA POR SEUS ESCRITORESLocal: Auditório DCET
Palestrantes:Vera Duarte (Academia Cabo-verdiana de Letras – ACL)David Hopffer Almada (Academia Cabo-verdiana de Letras – ACL)

Profª Drª Simone Caputo Gomes (USP/ACL) – Coordenação

14:00 às 17:00 Mesa-Redonda 9 – IDENTIDADES E RELIGIOSIDADES NA BAHIA
Local: Auditório da pós-graduação (PPGEDUC)Palestrantes:Profº Drº Júlio Braga(UFBA)Profº Drº Ronaldo de Salles Senna(UEFS)

Profª Drª Vânia Maria Ferreira Vasconcelos (UECE)

Profº Drº Itamar Pereira de Aguiar (UESB) – Coordenação

14:00 às 17:00 Mesa-Redonda 10 – A LITERATURA BAIANA APRESENTADA POR SEUS/SUAS ESCRITORES (AS) E CRÍTICOS
Local: Auditório do CPEDR
Palestrantes:Profª Daniela Galdino (Escritora / UNEB)Landê Onawalê (Escritor)Rita Santana (Escritora)

Ruy Póvoas (Escritor)

Roberval Pereyr (Escritor)

João Wanderley de Morais Filho (Poeta)

Profº Drº Antônio Donizete da Cruz (UNIOESTE)

Profº Marielson Carvalho (UNEB) – Coordenação

14:00 às 17:00 Mesa- Redonda 11  – CONEXÕES EM REDE: PROFLETRAS E O DESAFIO DE UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA LITERÁRIA AFRICANA E/OU AFRO-BRASILEIRA NO CONTEXTO ESCOLAR LOCAL
Local: DCVPalestrantes:Profª Drª Geane de Cássia Nascimento Santos (UFS)Profª Drª Lígia dos Santos Ferreira (UFAL)

Profª Drª Rosemere Ferreira da Silva (UNEB) – Coordenação

17:00 às 18:00 SESSÕES DE PÔSTERES
Local: UNEB Área externa
Apresentação de baneres inscritos em GT’s vespertinos
18:00 às 19:30 CINEMA MOÇAMBICANO
Local: Teatro UNEB
Exibição do filme: NGWENYA, O CROCODILO Roda de conversa com Camilo de Sousa (Produtor) e Isabel Noronha (Diretora)
19:30 SHOW:
Local: UNEBDinho Oliveira e Banda Raciocínio LentoJuraci Tavares – Umbilical
19:00 MOSTRA DE CINEMA BAIANO
Local: Sala Walter da Silveira – DIMAS
Lançamento do filme O SEMINARISTA de Maurício Amorim
Roda de conversa com o diretor e o ator Edson Cardoso “Jacaré”

 

11 DE OUTUBRO DE 2015 – DOMINGO

07:00 às 08:00 CAFÉ DA MANHÃ
08:00 às 12:00 VERNISSAGE
09:00 às 12:00 GRUPOS DE TRABALHO (GT)
Local: Salas de aula UNEB
Sessões de comunicação próprias de cada GT
12:00 às 14:00 ALMOÇO
SHOW: Banda Puraxé
14:00 às 17:00 VERNISSAGE
Local: Foyer UNEB
14:00 às 17:00 GRUPOS DE TRABALHO (GT)
Local: Salas de aula UNEB
Sessões de comunicação próprias de cada GT
17:00 EXIBIÇÃO DE FILME
Local: Teatro UNEB
Exibição do filme FEMININO CANGAÇO  de Lucas Viana e Manoel Neto /CEEC e WebTVUNEB
19:00 MOSTRA DE CINEMA BAIANO
Local: Sala Walter da Silveira – DIMAS
Exibição do filme ESTRANHOS de Paulo Alcântara
Roda de conversa com o diretor, com Solange Moraes (produtora) e com a atriz Cyria Coentro (interpretou a personagem Marlene da novela “Sete Vidas” da rede Globo)

 

 

TEREMOS TAMBÉM:

QUITANDA – FEIRA DE LIVROS, CDs, DVD’s PARA A QUAL JÁ ESTÃO CONVIDADOS OS SEGUINTES GRUPOS EDITORIAIS:

  • EDUNEB
  • EDUFBA

 

ANIMOTECA DE MÃE STELA DE OXÓSSI – BIBLIOTECA MÓVEL

MICROÔNIBUS FEIRA MÓVEL – FUNDAÇÃO PEDRO CALMON

EMPREENDEDORAS ARTESÃS –  EXPOSIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ARTIGOS CULTURAIS NEGROS.

MERCADO DI PRET@ – EXPOSIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ARTIGOS CULTURAIS NEGROS.

GRUPO CAP  – CULTURA, ARTE E PERCUSSÃO – EXPOSIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NEGROS, COMO O XEQUERÊ.

 

INSCRIÇÕES 

  1. Informações gerais
  2. a) Liberado o envio de propostas de trabalho para os GT do II CILLA / II SINBAIANIDADE.
    b) As propostas devem ser apresentadas por meio de resumos informativos de no máximo 250 palavras.
    c) Qualquer inscrição só será validada mediante envio do comprovante de depósito do valor da inscrição.
    d) Nos casos de isenção de taxa de inscrição, o autor deverá enviar, junto com a ficha de inscrição, o comprovante de sua condição de isentável. Ver no item 03 os casos de isenção.
    e) Inscrição com apresentação de trabalhos: O(A) interessado(a) inscreve-se obrigatoriamente num único GT, submetendo seu trabalho à respectiva coordenação, que o aprovará ou o recusará. Uma vez inscrito(a) num GT para apresentação de trabalho, ele(a) poderá se inscrever em outro GT, como ouvinte, no turno oposto.
    Observação: Em caso de o(a) interessado(a) querer inscrever trabalho de temática não contemplada por nenhum GT, poderá submetê-lo diretamente ao o GT “Baianidade, Africanidades e outras latitudes, que o aprovará ou o recusará. Se aprovado, esse trabalho integrará o  referido GT, a funcionar no turno vespertino do dia 11/10.
    f) Inscrição sem apresentação de trabalhos: O(a) inscrito(a) nos eventos como ouvinte optará, no ato da inscrição, pelos dois GT a que comparecerá, cada um num turno.
    g) Prazos

    SUBMISSÃO DE PROPOSTA DE GT AO COMITÊ CIENTÍFICO  ATÉ 09/08
    SUBMISSÃO DE PROPOSTA DE TRABALHOS PARA OS GT’s ATÉ 09/09
    PRORROGADO ATÉ 18/09
    CONFIRMAÇÃO DE PROPOSTA DE TRABALHOS PELOS GT’s ATÉ 23/09
    INSCRIÇÃO COMO OUVINTE ATÉ 23/09

    COM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO  :

    Até 31/08 Até 18/09
    Público Geral R$ 40,00 R$ 60,00
    Estudantes de Graduação R$ 20,00 R$ 30,00

    OUVINTE :

    Até 31/08 Até 23/09
    Público Geral R$ 20,00 R$ 30,00
    Estudantes de Graduação R$ 10,00 R$ 15,00

 

  1. Casos de isenção de taxa de inscrição
  2. a) Docentes unebiano(a)s, em geral, desde que apresentem comunicação oral aos GT
  3. b) Discentes unebiano(a)s que sejam bolsistas de IC (Iniciação Cientifica) e/ou ID (Iniciação à Docência) e/ou monitores de ensino e/ou extensão, desde que apresentem pôster aos GT. Aos discentes de IC e de ID do PIBID não será preciso o envio de comprovação, visto que a coordenação do evento possui a relação nominal.
  4. c) Bolsistas de Programa de Pós-graduação da UNEB, desde que apresentem comunicação oral aos GT.
  5. d) Funcionário(a)s do corpo técnico-administrativo da UNEB, desde que apresentem comunicação oral aos GT.

 

NORMAS PARA ELABORAÇÃO E PUBLICAÇÃO DE TRABALHOS

  1. Observações gerais
      a) O texto deverá ser digitado em arquivo-modelo disponibilizado logo abaixo e salvo em word no formato RTF para envio, em sua versão final, à organização do evento.
    b) A formatação correta do arquivo e seu conteúdo são de exclusiva responsabilidade do autor, não cabendo ônus acadêmico ou legal à Comissão Organizadora dos eventos, a seu Comitê Científico, aos Coordenadores de GT, nem à UNEB.
    c) Os textos completos para publicação nos anais deverão ser enviados apidicuneb@gmail.com com o assunto “ANAIS”
    d) Em hipótese alguma, aceitaremos trabalhos enviados após o prazo ou sem a indicação “Anais” no assunto.
    e) Trabalhos em desacordo com as normas não serão publicados.
    f) Prazo de envio da versão final: até 09/12/2015

Modelo de arquivo em Word para download

  1. Normas editoriais
    a) Quantidade de páginas: Para os artigos completos oriundos de trabalhos apresentados em simpósios: mínimo de 7 (sete) e máximo de 12 (doze) páginas.
    b) Critérios de formatação
  • Fonte: Arial
  • Corpo: 12 (para texto); 10 (citações longas)
  • Espaçamento entre linhas: 1,5 (para texto); simples (citações longas)
  • Numeração da página: no canto superior direto
  • Alinhamento do corpo do texto: justificado
  • Título: todo em maiúsculas e em negrito, centralizado, na primeira linha do arquivo
  • Identificação autoral: na segunda linha após o título com a filiação acadêmica (sigla da instituição) entre parênteses, alinhado à direita, SEM negrito; exemplo: José da Silva (UNEB)
  • Início do texto: segunda linha após o nome
  • Entrada de parágrafo: 1,5 cm
  • Subtítulos/seções (se houver): só com a primeira letra maiúscula, negrito, alinhado à esquerda
  • Margens: 2,5 cm (superior, inferior e direita); 3 cm (esquerda)
  • Menção a teóricos: último sobrenome seguido de data e página (quando cabível)
  1. c) Referências
  • As referências devem ser inseridas ao final do texto, de acordo com as normas da ABNT, precedidas pelo título Referências (negrito, com apenas a primeira letra maiúscula, alinhado à esquerda).
  • A lista com as referências das obras deve seguir a formatação do corpo do texto: espaçamento 1,5 cm, alinhamento justificado, porém sem entrada de parágrafo e com o intervalo correspondente a um espaço entre uma referência e outra.
  1. d) Notas de rodapé: Utilizar somente quando necessárias para informações complementares ao texto, inserindo-as ao final da página correspondente, em fonte Arial, corpo 10, sem entrada de parágrafo, com alinhamento justificado. Inserir nota de rodapé esclarecendo alguns detalhes do currículo. Ex. Professora do Programa de Pós-Graduação em Estudo de Linguagem – UNEB ou Doutoranda do Doutora do Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento da UFBA.
  1. e) Imagens: Não poderão ser utilizadas imagens sem a expressa autorização dos detentores dos respectivos direitos autorais.

SOBRE OS PÔSTERES

  1. O pôster deverá ter a dimensão de 0,90 m de largura e 1,20 m de altura
  2. O título deve vir em letras maiúsculas. Abaixo do título nome do(s) autor (es) e do(s) orientador(es), e por último, titulação acadêmica, instituição e curso a que pertencem.
  3. Poderão ser utilizadas figuras (desde que citadas as fontes), tabelas e outros recursos visuais necessários.
  4. Os pôsteres terão até 1 (uma) hora de apresentação, de acordo com a programação de cada GT.
  5. No caso de pôsteres com mais de um autor, a certificação será apenas para aqueles que comparecerem à sessão.
  6. Todos os recursos, adicionais, para a apresentação serão de inteira responsabilidade dos apresentadores.
  7. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora ou pelo Comitê Científico conforme a natureza da questão.

SOBRE A FREQUÊNCIA

Só serão certificadas com a carga horária completa do II SINBAINIDADE/ CILLAA pessoas devidamente inscritas que comparecerem a, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) dos eventos, comparecimento esse comprovado pelas Listas de Frequência a correrem no horário das atividades.

 

GRUPOS DE TRABALHO

Normas de funcionamento

  1. Os Grupos de Trabalho (GT) podem ser propostos por pesquisadores com título de Mestre e acima, deverão tratar de temáticas afeitas a um dos dois eventos e serão aprovados ou recusados pelo Comitê Científico.
  2. Os GT terão seu horário de funcionamento indicado na programação do evento.
  3. Caso não haja trabalho inscrito, além daquele(s) de autoria de seu(s) propositor, o GT poderá ser cancelado ou inserido no GT Temática Diversa, disponível para inscrição de trabalhos fora das temáticas propostas pelos outros grupos, mas inseríveis nas temáticas dos dois eventos.
  4. Nos GT, reserva-se a apresentação na modalidade comunicação oral a pós-graduandos latu e stricto sensu, a pesquisadores mestres e doutores, vetando-se a participação de graduandos, que só podem apresentar na modalidade pôster.
  5. Ao longo do tempo destinado ao funcionamento de cada GT, recomenda-se o seguinte funcionamento:
  • A depender do número de trabalhos inscritos para a apresentação, cada pessoa terá entre 10 e 15 minutos para comunicar sua fala.
  • Os últimos 30 minutos devem ser reservados à apresentação dos pôsteres vinculados a cada GT no espaço indicado na programação do evento para esse fim (ou o foyer do Teatro UNEB ou a quadra ao lado dele, ou, ainda algum outro espaço alternativo).
  • Opcionalmente, a depender da quantidade de trabalhos inscritos, o(a)(s) propositor(a)(es) do GT poderá iniciá-lo com a fala acerca do tema do GT, com, no máximo 30 minutos, por um(a) palestrante especial, por ele(a)(s) convidado(a), isentando-se a Comissão Organizadora, o Comitê Científico e a UNEB de qualquer ônus decorrente desse convite e de sua aceitação.

Programação dos Grupos de Trabalho:
domingo, 11/10, turno matutino (M) das 8h. às 10h.

GRUPO DE TRABALHO 1M

Tema: VOZES NEGRAS NAS LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA

Propositores: Amarino Queiroz (UFRN), Liliam Ramos da Silva (UFRGS) e Wodisney Cordeiro (UNEB)

Ementa: Os estudos africanistas realizados no Brasil encontram algumas lacunas no que diz respeito ao registro e à apreciação dos fenômenos literários e culturais temáticos produzidos em língua espanhola na África e sua diáspora nas Américas, bem como a partir do próprio território peninsular espanhol. As tentativas de fortalecimento de um diálogo Sul-Sul cada vez mais afinado com demandas e particularidades literárias e culturais afro-ibero-americanas se colocam, portanto, como um desafio crescente e uma necessidade também sob a perspectiva da crítica acadêmica brasileira na área de Letras. Neste sentido, o presente grupo de trabalho pretende ampliar o debate iniciado em torno da questão, trazendo visibilidade para autoras e autores cuja produção oral e/ou escrita em língua espanhola esteja compreendida no espaço afro-ibero-americano. Para tanto, serão recortadas representações literárias e culturais negras nas literaturas afro-hispânicas, evidenciando ainda o protagonismo autoral de algumas de suas vozes.

GRUPO DE TRABALHO 2M

Tema: DIÁLOGOS ENTRE ÁFRICA E O BRASIL: IMAGENS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE NA CONTEMPORANEIDADE

Propositores: Mônica Menezes (UNEB), Renata Nascimento (UNEB), José Welton Ferreira Jr. (UNEB)

Ementa:  Diante do contexto de descentramento identitário que marca a contemporaneidade, a infância e a juventude aparecem como temas que evocam uma alteridade cujo valor quase sempre foi reduzido na formação sociocultural dos modernos estado-nação no Ocidente. Embora tenham desenvolvimentos distintos, as literaturas para crianças e jovens nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) e no Brasil têm sido desafiadas a enfrentar questões concernentes ao universo simbólico acerca da infância e da juventude diante das conjunturas culturais e políticas que lhes são subjacentes, apontando para projetos políticos e literários que situam as crianças e os jovens em um continuum entre o passado e o futuro. Diante disso, verifica-se a tentativa de superação da dimensão didático-pedagógica que outrora foi hegemônica nesse tipo de produção. Em seu lugar, aparece um investimento em leituras críticas que valorizam a estética e o diálogo com as dinâmicas culturais que marcam os contextos de produção das obras, cujo protagonismo das crianças e dos jovens evidencia experiências alteritárias organizadas em torno de seus modos de ver e de agir sobre o mundo. Diante disso, este GT pretende estimular o debate acerca do imaginário constituído em torno das crianças e dos jovens a partir de um comparatismo literário que invista na leitura de diferentes textos como documentos da cultura em contextos marcados por processos históricos particulares, porém atravessados por temas comuns que estimulam produções interessadas na desconstrução de estereótipos, do racismo e da subalternização, contribuindo para a discussão de questões etnicorraciais.

GRUPO DE TRABALHO 3M

Tema: PENSANDO SOBRE GÊNERO NAS ARTES, NA MÍDIA E OUTROS DISCURSOS

Propositores: Carla Patrícia Santana (UNEB), Ívia Alves (UFBA), Alvanita Almeida Santos (UFBA)

Ementa:  A proposta deste GT é reunir trabalhos que discutam as questões de gênero nas diferentes formas de artes, na literatura, na música, na pintura e outras, assim como na mídia e no cinema em outros discursos, a exemplos dos discursos religiosos e políticos. E ainda pensar as relações de gênero no  intercâmbio dessas manifestações, sejam nas produções  brasileiras e/ou africanas.

GRUPO DE TRABALHO 4M

Tema: DIVERSIDADE RELIGIOSA: LIMITES E TOLERÂNCIA NUM PAÍS PLURAL

Propositor: Felipe Bomfim (UNEB)

Ementa:  As discussões e análises apresentadas nesse Grupo de Trabalho – GT trazem à tona questões referentes às diversidades religiosas, no Brasil, na Bahia ou na África tema que vem ganhando visibilidade nos espaços de discussão educacional e provocando reflexões sobre a postura de determinados seguimentos religiosos e suas implicações no Brasil, na Bahia ou na África. É um GT que tem como objetivo principal refletir os caminhos e descaminhos  da religiosidade nesses locais, relacionando-os com as tensões existentes entre as políticas públicas religiosas no país, na África e no Estado da Bahia. Espera-se que o GT apresente alguns aspectos latentes da realidade da diversidade religiosa a partir das políticas públicas, que respeitem a diversidade, numa tentativa de compreensão dos desafios que são postos a esse segmento no Brasil, na África e no Estado da Bahia.

GRUPO DE TRABALHO 5M

Tema: PENSAMENTO SOCIAL NEGRO BRASILEIRO: POR UMA ESTÉTICA DA LIBERTAÇÃO

Propositor: Eduardo Oliveira (UFBA)

Ementa: Apresentação do Pensamento Social Brasileiro; Iniciação ao Pensamento Negro no Pensamento Social Brasileiro; O pensamento social brasileiro e a questão do negro até a década de 30 – Da Escola Nina Rodrigues ao Lusotropicalismo de Gilberto Freyre; O pensamento social brasileiro e a cultura negra – Africanização, Reafricanização e Crítica da Cultura Afro-brasileira: Da sociologia compreensiva de Roger Bastide à crítica antropológica da Cultura Africana no Brasil de Peter Fry – em torno às Religiões de Matriz Africana no Brasil; Educação das Relações Étnicorraciais e História e Cultura Africana e Afro-brasileira: a Lei Federal 10.639/2003; Estética da Libertação Afro-brasileira: os sujeitos coletivos – Religião de Matriz Africana e Capoeira Angola; Corpo, Rito, Mito no Pensamento Social Negro brasileiro; Paradigma ético-estético; Filosofia africano-brasileira.

 GRUPO DE TRABALHO 6M

Tema: DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E IDENTIDADES BAIANAS

Propositor: Ricardo Tupiniquim Ramos (UNEB), Vivian Meira (UNEB) e Celina Abade (UNEB)

Ementa: Em seu imenso espaço geográfico, abriga a Bahia uma admirável diversidade não apenas cultural, como linguística. Este GT se propõe a acolher estudos sobre a Bahia a partir de sua diversidade linguística em contraponto à diversidade cultural, estudos sobre os múltiplos patrimônios culturais representados ou representáveis pela língua no amplo contexto de sua variação: língua falada X língua escrita, norma padrão X variedades vernáculas, língua literária X variedades vernáculas, onomástica, entre outros temas.

GRUPO DE TRABALHO 7M

Tema: HISTÓRIA, CULTURA E ITINERÁRIO BIOGRÁFICOS: QUESTÃO RACIAL, INTELECTUAIS E EDUCADORES BAIANOS

Propositores: Josivaldo Pires (UNEB) e Silene Arcanja Franco (UNEB)

Ementa: A narrativa de trajetórias individuais recuperadas dos frios e empoeirados arquivos históricos e dos diferentes espaços de memória tem iluminado questões e contextos mais amplos da experiência de indivíduos na sociedade brasileira de diferentes períodos. A experiência analisada destes sujeitos esclarecem questões bem mais abrangentes do que a história particular dos seus personagens, consegue desvendar os múltiplos fios que ligam um indivíduo ao seu contexto. Desta forma, o presente GT, procura reunir pesquisadores das diferentes disciplinas das ciências humanas que tem se dedicado a investigar a trajetória de homens e mulheres ou grupos específicos que não usufruíram dos holofotes narrativos da História da Bahia, tendo assim suas experiências encobertas pelo manto da memória social sobre intelectuais e educadores baianos. A trajetória de juristas, escritores, professores, artistas e toda sorte de protagonistas negros e não-negros que se dedicavam a questões de interesse das populações afro-brasileiras, constituem o foco de debate do presente GT.

 GRUPO DE TRABALHO 8M

Tema: BAIANIDADES RASURADAS

Propositores: Marcos Aurélio dos Santos Souza (UNEB), Braulino Pereira de Santana (UNEB), Lidia Nunes Cunha(UESB)

Ementa:  Este grupo tem como objetivo discutir a formação discursiva da baianidade. Através da leitura de textos literários do século XIX e XX, os trabalhos desse GT buscam expor e questionar o regime de verdade que estabelece um ideal de baianidade como pensamento ou comportamento social. A leitura de escritores baianos, como Xavier Marques, Sosígenes Costa, Adonias Filho, Jorge Amado e outros, tem como problema a ideia de que os emblemas discursivos da baianidade não podem ser entendidos como linearidade e consagração unívoca, mas como dispersão e rasura

GRUPO DE TRABALHO 9M

Tema: CULTURAS, TERRITÓRIOS E INFÂNCIA

Propositores: Jaqueline Nascimento (UNEB) e Clarissa Braga (UFBA)

Ementa: Discute a cultura na e da infância nos diversos territórios e contextos; a interlocução dos diversos saberes e das práticas culturais na formação da criança; jogos, brincadeiras e práticas infantis que contribuam para a formação do sujeito; registros orais, visuais e audiovisuais e seus significados; literatura infantil e infanto-juvenil; a dinâmica social e cultural na perspectiva da criança como protagonista.
GRUPO DE TRABALHO 10M

Tema: ANÁLISE DO DISCURSO: AS DIVERSAS RELIGIÕES NA BAHIA

Propositores: Camila Leite Oliver Carneiro (UNEB),  Everton Nery Carneiro (UNEB) e Jorge Nery (UEFS)

Ementa: O trabalho com o discurso religioso é também o trabalho com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes. Dessa maneira, o discurso religioso não deve ser tratado de forma isolada, pois, envolve todo um processo comunicativo, envolve relações entre linguagem, discurso e contexto situacional. Nesse sentido, este GT acolherá comunicações que apresentem a visão religiosa e teológica dos discursos religiosos existentes na Bahia, tendo como referência as diferentes teorias hermenêuticas, semióticas e de análise do discurso contemporâneas.

 

GRUPO DE TRABALHO 11M

Tema: A POTÊNCIA DA MULTIDÃO: DIÁLOGOS ENTRE OS VETORES DA NARRATIVA CONTEMPORÂNEA NA LITERATURA E NO CINEMA BRASILEIRO E/ OU AFRICANO

Propositores: Vanessa Bastos Lima (UEPB)

Ementa: Atualmente, podemos encontrar diversas narrativas literárias e cinematográficas contemporâneas brasileiras e/ou africanas que possuem como lócus as periferias dos grandes centros urbanos, entre outros tipos de comunidades periféricas. Na maioria destas obras, podemos perceber uma constante: a perspectiva do caráter múltiplo do espaço urbano e de seus atores. Trata-se de narrativas, tanto na literatura quanto no cinema brasileiro e ou/africano, repletas de personagens que trazem à baila discussões sobre a relação negritude, pobreza e subalternidade/marginalidade, visando criticar, ou por vezes, reafirmar velhos estigmas. E, para trilharmos os caminhos dessa multiplicidade, é necessário analisar, além dos personagens principais que compõe esse mosaico diverso na literatura e no cinema afro-brasileiro e /ou africano, também os personagens secundários, por vezes esquecidos pela crítica literária. É através desses personagens invisibilizados, marginalizados e estigmatizados que encontramos terreno propício para nossas análises, de modo a perceber a potência oralizante da multidão que povoa estas narrativas literárias e cinematográficas.

 

GRUPO DE TRABALHO 12M

Tema: POÉTICAS AFRO-BRASILEIRAS: LITERATURA, CORPO E MÚSICA

Propositores: Marielson Carvalho (UNEB), Cristian Souza de Sales (UNEB), Joabson Lima Figueiredo (UNEB) e Moisés Oliveira Alves (UNEB)

Ementa: A partir de pesquisas em estudos culturais e pós-coloniais sobre afro-etnicidades, tanto em literatura e cultura brasileiras quanto afro-latinas e africanas, as intervenções teóricas deste grupo assumem o gesto político de produzir (des)leituras sobre as relações étnico-raciais, de gênero, de sexualidades, aliando-se crítica e epistemologicamente com subjetividades e poéticas dissidentes nos territórios que ocupam no Atlântico Negro,  a começar por suas produções culturais, midiáticas e artísticas. Os suportes simbólicos e materiais a partir dos quais essas pesquisas se desdobram possibilitam entender a dinâmica das textualidades diaspóricas em contexto de intenso trânsito cultural entre as Américas e as Áfricas, como a produção literária baiana e da ideia de baianidade que emerge de suas narrativas, tanto quanto na poesia de autoria negro-feminina caribenha, na sexualidade do corpo negro-masculino em pornografias e na performance musical, ativista e intelectual de artistas africanos.

 

GRUPO DE TRABALHO 13M

Tema: LITERATURA E DIVERSIDADE: O DESVELAR DAS IDENTIDADES NEGRAS E INDÍGENAS

Propositores: Izanete Marques Souza (IFBaiano), Luís Henrique Alves Gomes (IFBaiano) e Daniela Maria Barreto Martins (UNEB)

Ementa: Discute a presença da diversidade étnico-racial, cultural e linguística nas obras literárias escritas em língua portuguesa enquanto estratégia de desvelamento das identidades dos povos negros e indígenas na produção africana e brasileira. Estuda ainda as articulações ideológicas libertárias e discriminatórias presentes nas obras literárias em análise enquanto processo antagônico de denúncia dos problemas sociais.

GRUPO DE TRABALHO 14M

Tema: IMPACTOS DA LEI 10.639/03 NO PNBE E MERCADO EDITORIAL BRASILEIRO

Propositora: Daniela Galdino (UNEB)

Ementa: Este GT se propõe a articular Pesquisadoras/es interessadas/os em analisar as repercussões da lei 10.639/03 na constituição de acervos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), bem como de editoras brasileiras (especializadas e não especializadas). Infere-se que a referida lei (associada ao conjunto de ações destinadas à sua implementação) provocou alterações na cadeia criativa e produtiva do livro, interligando as dimensões da escrita, distribuição, mediação e leitura literárias. Nesse sentido, serão aceitos trabalhos acadêmicos que se dediquem à análise das textualidades literárias afro-brasileiras, à visibilidade de escritoras/es negra/os no contexto da lei 10.639/03 e também a experiências de mediação da leitura literária a partir do acervo afro-brasileiro.

GRUPO DE TRABALHO 15M

Tema: MÚLTIPLOS OLHARES DO CONTEMPORÂNEO: FRICÇÕES ENTRE LITERATURA E OUTRAS ARTES

Propositores: Nerivaldo Alves Araújo (UNEB), Andréa Betânia da Silva (UNEB), João Evangelista do Nascimento Neto (UNEB)

Ementa: Abrange discussões sobre literatura contemporânea, inclusive as manifestações de cunho oral e popular, a partir de suas fricções com as demais artes, tais como o cinema, o teatro, a música e a dança.

GRUPO DE TRABALHO 16M

Tema: INTELECTUAIS NEGROS E A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO NO BRASIL

Propositores: Rosemere Ferreira da Silva (UNEB)

Ementa: As pesquisas das últimas décadas têm demonstrado o avanço de estudos críticos sobre a produção intelectual negra brasileira e suas interlocuções com diferentes áreas.  A proposta “INTELECTUAIS NEGROS E A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO NO BRASIL” está articulada à atuação dos pesquisadores de graduação e de pós-graduação no projeto Literatura e Afrodescendência, criado na UNEB- Campus V- desde 2013, para ampliar as condições de trabalho e investimento na investigação historiográfica sobre a relevância das trajetórias de intelectuais e suas produções para a literatura no Brasil. O grupo de trabalho em questão tem por objetivo discutir, para além da literatura, estudos que abordem a atuação de intelectuais negros e/ou negras no século XIX e/ou século XX, em áreas distintas de conhecimento, relacionadas à crítica social, política e cultural no Brasil, com base na problematização das relações etnicorraciais. Neste sentido, é fundamental colocar em evidência o pensamento desses intelectuais, bem como seus percursos e memórias, em conexão com práticas e projetos que buscam contribuir para o debate teórico-metodológico, em torno das funções e intervenções que eles escolhem exemplarmente representar.

GRUPO DE TRABALHO 17M

Tema: CULTURAS, MEMÓRIAS E LINGUAGENS: A PROTEÇÃO JURÍDICA POSSÍVEL

Propositores: João Batista de Castro Jr. (UNEB) e Clodoaldo Silva da Anunciação (UESC)

Ementa: A Constituição de 88 inaugurou um tecido normativo que definitivamente requer maior diálogo dos profissionais do Direito com as perspectivas conceituais da sociologia e da antropologia e vice-versa. A proteção jurídica das manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional, integra um núcleo de atualidade permanente da Constituição que convida à reflexão sobre os institutos disponíveis na legislação e, em muitos casos, à sua revisão como o meio mais pertinente para satisfazer a exigência constitucional de preservação, por exemplo, de “formas de expressão”, “modos de criar, fazer e viver”, bens de natureza imaterial, memórias e identidades. Discussões do grupo propõem debates sobre know-how das instituições jurídicas (Judiciário, Ministério Público, Defensoria) nessa perspectiva constitucional.

GRUPO DE TRABALHO 18M

Tema: GUINÉ-BISSAU, CABO-VERDE, SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, ANGOLA E MOÇAMBIQUE: NARRATIVAS LITERÁRIAS E HISTÓRICAS, TRAMAS E TEMAS DE NAÇÕES, CULTURAS E IDENTIDADES.

Propositores: Suely Santos Santana (UNEB) e Denilson Lessa dos Santos (UNEB)

Ementa: Após tornarem-se independentes, os países africanos de Língua Oficial Portuguesa deparam-se com a difícil tarefa de (re)construir a nação. As narrativas ficcionais e não ficcionais têm papel fundamental, haja vista contribuírem com os processos de discussões e debates sobre os formatos de nação que vieram a ser instituídos. Este GT pretende apresentar estudos dos e/ ou sobre os países africanos de Língua Oficial Portuguesa, cujo eixo fundamental de análise é a observação de experiências de construção nacional e identitária que se estruturam a partir das independências. Nessa perspectiva, será possível apresentar o pensamento de escritores e outros intelectuais, apontando seus percursos teóricos, produções ficcionais e ensaios interpretativos que amparam reflexões sobre o passado, sobre o presente, sobre perspectivas de futuros e escolhas políticas contemporâneas.

GRUPO DE TRABALHO 19M
Tema: EDUCAÇÃO, LÍNGUAS E LINGUAGENS PLURICULTURAIS

Propositores: Abílio Manuel Marques de Mendonça (UNEB), Rosângela Accioly Lins Correia (UNEB), Carla Santos Pinheiro e Mônica Corrêa Marapara

Ementa: Como a Bahia possui uma incrível diversidade cultural, linguística, que se traduz em várias linguagens culturais, a proposta deste GT é discutir sobre a educação, línguas e linguagens pluriculturais. Tratar das linguagens pluriculturais e línguas que constituem-se de grande importância para a Educação, pois servem de base para que se conheça melhor os processos civilizatórios que desenham a história da Bahia. A vida comunal africano-brasileira que transita no universo baiano está ligada aos valores socioexistencias contidos nas comunalidades tradicionais. Suas crenças estão ligadas às suas práticas sociais, culturais, religiosas e espirituais. Nossas discussões epistemológicas estão pautadas em um discurso de alteridade trazida pelo autor Levinas, filósofo franco-lituano influenciado pela fenomenologia, cujo pensamento parte do princípio de que a ética e não a ontologia seja a filosofia primeira. A partir dessa percepção, as reflexões aqui propostas, levam à percepção de que distintos povos têm em sua estrutura societária sua própria identidade, organização, cosmovisão, hierarquias, vínculos comunais, formas de vida, valores, costumes e tradições que se desenham em suas alteridades. Desta forma, entendemos que no espaço educacional é preciso evidenciar a riqueza desta diversidade linguística, cultural presente na Bahia, sobretudo porque, o conceito de alteridade nos interpela trazendo uma responsabilidade irrestrita e absoluta do seu significado. Então, a partir das discussões do filósofo lituano, percebemos que a racionalidade não pode dar conta do ethos que transita na imagem de vários povos.

 

GRUPO DE TRABALHO 20M
Tema: ESCRITAS PERIFÉRICAS E (DES)LOCAMENTOS CONTEMPORÂNEOS
Propositores:
Ilmara Valois Bacelar Figueiredo Coutinho (UNEB), Lílian Almeida (UNEB), Luciana Sacramento Moreno Gonçalves (UNEB)

Ementa: No universo literário contemporâneo, edificado sob o signo da multiplicidade, dos descentramentos e deslocamentos, pode-se observar uma busca incessante por formas, temas e conteúdos que retratem a complexidade da condição humana, estando a escrita literária, cada vez mais, destinada às poéticas das diversidades e suas muitas formas de configuração. Trata-se de um tempo paradoxalmente instável, em que sujeitos deslocados (identidade, gênero, sexualidade, etnia, tempo/espaço) forjam (e forjam-se em) diálogos dispersos, a partir das mais variadas paisagens culturais e das mais diversas formas de subjetivação, inclusive no sentido de contestar um saber-poder já organizado, potencializando o inacabamento da palavra dita-escrita. Nesse sentido, a proposta “Escritas periféricas e (des)locamentos contemporâneos” pretende propiciar diálogos a partir de escritas que privilegiem temáticas e estruturas narrativas periféricas, tanto referentes ao cenário brasileiro, especialmente Bahia, quanto de África, reunindo trabalhos, pesquisas e olhares sobre a narrativa contemporânea, inclusive com suas ambiguidades, seus deslizes, seus recuos e seus avanços. A denominação “escritas periféricas” pretende englobar textos que, contrariando o cenário literário mais canônico e questionando os limites da definição da própria literatura, identifiquem-se com uma condição questionadora acerca do saber-poder instituído hegemonicamente, podendo estar ou não denominadas como literatura de periferia. Espera-se, com os diálogos realizados no Simpósio, contribuir com o debate sobre a escrita, a circulação, a recepção,as implicações e desdobramentos das vozes periféricas no cenário teórico-crítico contemporâneo.

 

GRUPO DE TRABALHO 21M
Tema: REPRESENTAÇÕES CULTURAIS DO AXÉ

Propositores: Antônio Carlos Sobrinho e Filismina Fernandes Saraiva

Ementa: Este GT propõe um espaço plural de reflexão e de discussão acerca das representações das diversas expressões religiosas afro-brasileiras, reunidas aqui sob o termo “Axé”, construídas pelas artes nacionais – literatura, teatro, cinema, televisão, música, dança, etc. – ou veiculadas por discursos midiáticos. No tocante ao enquadramento teórico, este GT não se apresenta como restritivo, estando aberto às mais diversas contribuições, desde que atreladas ao tema central estabelecido. Objetiva-se uma abordagem ampla da maneira pela qual as religiões afro-brasileiras vêm sendo representadas, de modo a observá-las em vários tempos, em vários espaços e em várias linguagens. Assim, pretende-se que este GT possibilite a construção de um painel crítico e problematizador do tratamento artístico relacionado às práticas religiosas e culturais afro-brasileiras, além de eticamente comprometido com a luta contra a sua demonização e contra a escalada vertiginosa da intolerância na contemporaneidade.

GRUPO DE TRABALHO 22M
Tema: ALFABETIZAÇÃO E ELEVAÇÃO DE ESCOLARIDADE DE PESSOAS JOVENS, ADULTAS E IDOSAS NA BAHIA: EXPERIÊNCIAS EXITOSAS

Propositora: Francisca Elenir Alves

Ementa: Este GT se propõe a apresentar e discutir a alfabetização de pessoas jovens, adultas e idosas no contexto da Educação de Jovens e Adultos no Estado da Bahia, socializando as experiências exitosas, bem como a concepção de alfabetização de jovens, adultos e idosos e procedimentos metodológicos, com enfoque na relação entre esse campo de atuação e pesquisa educacional com as políticas públicas direcionadas ao atendimento daquela demanda social.

GRUPO DE TRABALHO 23M

Tema: ARTE, EDUCAÇÃO E TERAPIA NA BAHIA: DIÁLOGOS POSSÍVEIS

Propositora: Priscila Peixinho Fiorindo (UNEB)

Ementa: Considerando a diversidade das expressões artísticas e criativas como a pintura, a escultura, o teatro, a dança, a música, a literatura, a contação de histórias, entre outras, em diferentes contextos, na Bahia, o presente grupo de trabalho pretende apresentar as propostas de intervenções na educação, mediados pela arte, como os trabalhos acadêmicos desenvolvidos no Mestrado Profissional em Letras/PROFLETRAS/UNEB, campus V, que privilegiam articulações que atendem às demandas reais do processo ensino-aprendizagem na escola. Além das referidas intervenções, diante do contexto atual do mundo moderno, onde o stress prevalece, e, consequentemente, as pessoas buscam alternativas para viverem melhor, evidenciamos os resultados positivos da arte em terapia, processo de intervenção em que o profissional utiliza as diferentes modalidades de expressões artísticas para auxiliar o paciente no processo de desenvolvimento biopsicossocial. Nesta perspectiva, a arte sendo dialógica por si mesma pode trazer benefícios tanto na aprendizagem do educando, tornando-o um ser crítico, que se posiciona, apresentando argumentos convincentes, quanto no set terapêutico, onde o sujeito é incitado a manter-se em busca de si mesmo. Dessa forma, o “fazer artístico” tem a capacidade de transformar, esclarecer, fazer sonhar, imaginar, criar e recriar os comportamentos dos indivíduos, tornando-os protagonistas de suas próprias histórias.

GRUPO DE TRABALHO 24M

Tema: INTERNACIONALIZAÇÃO E INTERCULTURALIDADE: MOBILIDADE, TRABALHO DOCENTE E RELIGIOSIDADE NA CONTEMPORANEIDADE

Propositores: Eduardo Santos (Universidade de Coimbra), Sandra Célia Coelho G. da Silva (UNEB) e Jardelina Bispo do Nascimento (UNEB)

Ementa: Este grupo de trabalho tem como proposta aglutinar estudos sobre internacionalização e interculturalidade envolvendo os diversos tipos de: mobilidade, religiosidade, formação e trabalho docente, com ênfase nas diversas manifestações culturais e religiosas inerentes à subjetividade humana na contemporaneidade.

GRUPO DE TRABALHO 25M

Tema: A EXPRESSÃO INACABADA DA LITERATURA AFROBRASILEIRA

Propositora: Lícia Soares de Souza (UNEB)

Ementa: No portal Literafro (www.letras.ufmg.br/literafro), a Literatura Afro-brasileira é considerada como um “conceito em construção, processo e devir (…). Constitui-se a partir de textos que apresentam temas, autores, linguagens, mas sobretudo um ponto de vista culturalmente identificado com a afro-descendência, como fim e começo. Sua presença implica redirecionamentos recepcionais e suplementos de sentido à história literária canônica”. Sublinhamos imediatamente a natureza inacabada do conceito que passa a ser mobilizado em uma nova perspectiva, a de identificar um ponto de vista sobre temas, autores e linguagens, concernentes à herança cultural de afrodescendentes. O conceito não se restringe assim apenas à espinhosa questão apenas da origem do autor como parâmetro definidor da Literatura Afro-brasileira. Com a implementação da Lei 10.639/03, do Parecer n. 3 e 4, do Conselho Nacional de Educação (CNE) e da Resolução CNE/CP 01/2004, que instituíram a obrigatoriedade do ensino de História da África e das culturas afro-brasileiras nos currículos das escolas públicas e particulares da Educação Básica, observamos que poderíamos propor um trabalho capaz de servir de ferramenta para professores e pedagogos. Concebemos o projeto de Dicionário de Personagens Afro-brasileiros, buscando evidenciar as principais figuras literárias, nos séculos XX e XXI, na prosa narrativa, sobretudo, mas igualmente em algumas obras poéticas e musicais e em contos populares e infantis. Nesse grupo de trabalho, nosso objetivo principal é discutir sobre o modo de existência de alguns personagens que comportam um feixe de relações dinâmicas com a história e a cultura brasileiras, e contribuem para manter a identidade inacabada da literatura afro-brasileira.

GRUPO DE TRABALHO 26M
Tema: EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA NA BAHIA: DE ONDE VIEMOS PARA ONDE VAMOS?
Propositora: Luzia Matos Mota (IFBA)

Ementa: O Grupo de Trabalho proposto tem como objetivo discutir os condicionantes históricos, políticos e sociais que institucionalizaram a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Estado da Bahia, bem como um panorama atual do desenvolvimento desta modalidade de Educação. A análise do ciclo das políticas públicas da área tanto na esfera federal como estadual contribuirá para uma compreensão da EPT na Bahia. Os principais temas a serem discutidos serão: histórico e concepção; formação de recursos humanos; programas governamentais e a EPT e mundo do trabalho.

GRUPO DE TRABALHO 27M
Tema: EDUCAÇÃO LITERÁRIA AFRODESCENDENTE
Propositora: Murilo da Costa Ferrera (UNEB)

Ementa: Promover práticas pedagógicas que objetivem a elaboração e a utilização de materiais didáticos de Literatura vinculadas à Educação Étnico-Racial e Quilombola na formação de educadores, inicial e continuada. Isto se justifica porque tem sido amplamente discutida em diversos contextos sociais, inclusive no âmbito universitário, a reprodução pelos livros e materiais didáticos em currículos escolares da Educação Básica brasileira de distorções, omissões e equívocos em relação à história dos povos africanos e seus descendentes no Brasil e nas Américas. Tais distorções são visíveis nos livros e materiais didáticos de textos literários do ensino fundamental e ensino médio das escolas brasileiras ao se notar a ausência de uma referência explícita de textos literários afro-brasileiros e de uma análise e uma crítica didaticamente correspondente a este assunto.

 

GRUPO DE TRABALHO 28M
Tema: GÊNERO, RAÇA/ETNIA, SEXUALIDADES E OUTROS TEMAS CONTEMPORÂNEOS NA DOCÊNCIA: SABERES, PRÁTICAS E DESAFIOS
Propositora: Clebemilton Nascimento (UNEB)

Ementa:A presente proposta de Seminário Temático tem como objetivo proporcionar um espaço interdisciplinar, socializador e articulador de debates em torno de saberes, práticas e desafios no campo da educação. Trata-se, portanto, de um espaço de diálogos e aprofundamento de experiências oriundas de diferentes campos disciplinares que fomentem uma crítica ao pensamento hegemônico a partir de diversos lugares epistemológicos (Estudos Culturais, Teorias feministas, Estudos pós-coloniais, Estudos queer, etc…) tomando como eixo norteador o gênero, raça/etnia, sexualidades dentre outros marcadores sociais da diferença, especialmente em contextos baianos. Para tanto, acolhe comunicações que apresentem resultados de pesquisas ou pesquisas em andamento. Por fim, serão muito bem vindas experiências decorrentes de subprojetos de intervenção, a exemplo do PIBID.

GRUPO DE TRABALHO 29M
Tema: MOÇAMBIQUE-ARTPOL – MOZAMBIQUE
Propositora: Feliciano de Mira (OPARÁ / GP-SEDES / UNEB VIII), Carleandro de Souza Dias (OPARÁ / UNEB VIII)

Ementa: Os artistas moçambicanos sempre participaram na configuração dos sistemas ideológicos da sua história através do imaginário criativo das obras de arte. A composição e o estilo das obras exprimem ideias e temporalidades, que participam na formação dos cânones artísticos através das instituições de arte. Esses valores fazem parte do pensamento político das elites moçambicanas, e desempenham uma função informativa e de regulação social das populações. O corpo teórico do minicurso é multidisciplinar embora o eixo central sejam os conceitos da sociologia da arte, os postulados dos estudos pós-coloniais e os saberes das epistemologias do sul. Analisamos os artistas e as suas obras e usaremos registos audio-visuais segundo a “estética sociológica” da imagem. Os resultados permitirão explicar o papel entre as ideologias politicas moçambicanas e as artes plásticas visuais.

GRUPO DE TRABALHO 30M
Tema: DIREITO, LITERATURA E RELAÇÕES RACIAIS
Propositores:
Ivana Silva Freitas (IFBA/UFBA), Samuel Santana Vida (UFBA)

Ementa: Tendo em vista os desafios para a implementação da Lei 10.639/03 que tornou obrigatório o Ensino de História e Cultura Africana e Afro-brasileira em instituições públicas e privadas, este GT tem como objetivo reunir trabalhos e fomentar a discussão sobre a produção literária negra, bem como o acesso a ela como exercício de um direito à identidade étnicorracial. Para tanto, torna-se relevante analisar questões de raça e gênero que promovem ou negam o exercício deste direito às comunidades negras. Torna-se ainda relevante o fomento da compreensão do Direito como fenômeno histórico e cultural que extrapola o aspecto técnico e formal das práticas jurídicas positivistas, adotadas no campo jurídico,  reconhecendo a importância da apropriação do discurso jurídico como estratégia política de afirmação de subjetividades diversas e legítimas que interferem ativamente na delimitação dos sentidos jurídicos, numa perspectiva democratizante e comprometida com a expressão multicultural que caracteriza a sociedade brasileira e baiana. Para tanto, cumpre fundamental papel o deslocamento dos estudos sobre Direito, Literatura e Relações Raciais para perspectivas transdisciplinares de abordagens e práticas.

domingo, 11/10, turno vespertino (V), das 13:30h. às 16h.

GRUPO DE TRABALHO 1V

Tema: LITERATURA AFRICANAS PÓS-COLONIAIS: ESTUDO DAS DINÂMICAS DO IMAGINÁRIO E DE MEMÓRIA COMO INSTRUMENTO DE REDESCRIÇÃO IDENTITÁRIA

Propositores: Kleysson Assis (UFRB) e Jean-Paul D’Antony (UFRPE)

Ementa:  O GT propõe reunir trabalhos que contemplem estudos de rastros autobiográficos na tessitura narrativa de literaturas africanas pós-coloniais e de políticas culturais que, através do imaginário e da memória, propiciem uma recomposição identitária dos sujeitos silenciados pela história estabelecida. Pressupõe-se aqui uma ralação pragmática com a literatura, de modo que ela possa servir de meio para desmascarar situações que oprimam povos ou dilacere identidades. Nesse sentido, a literatura é pensada em termos de descrições do mundo mais úteis e melhores para discutir questões de restrição de direitos na atual sociedade globalizada e na qual todos foram obrigatoriamente inseridos.

GRUPO DE TRABALHO 2V

Tema: LITERATURA, CINEMA E QUADRINHOS: CONSTRUÇÕES DE BAHIAS

Propositores: Marinalva Lima (UNEB) e Patrícia Kátia da Costa Pina (UNEB)
Ementa: A literatura, o cinema e os quadrinhos, assim como as artes em geral, são meios pelos quais são construídas representações diversas. Essas por sua vez, podem operar nas construções e transformações das identidades culturais. Pensando nisso, com o enfoque comparatista, este Grupo de Trabalho pretende reunir estudos que privilegiem em suas discussões as representações da Bahia sob diversos aspectos: culturais, históricos, sociais, etc. tanto em produções quadrinisticas e cinematográficas quanto em adaptações literárias para outras mídias, proporcionando, dessa maneira, desdobramentos tanto em relação às potencialidades das múltiplas linguagens, quanto à (des)construção de estereótipos, às alteridades e identidades.

GRUPO DE TRABALHO 3V

Tema: BAHIA(S): LITERATURA, CINEMA, MÚSICA, TV E OUTRAS TRANSAS CULTURAIS DA PROVÍNCIA-MUNDO

Propositores: Marcos Botelho (UNEB) e Cláudio Novaes (UEFS)

Ementa:

GRUPO DE TRABALHO 4V

Tema: LINGUAGENS, VESTUÁRIO E ANCESTRALIDADE

Propositora: Lúcia Leiro (UNEB)

Ementa: A proposta deste GT é pensar o vestuário como discurso e, como tal, sujeito a intervenções ideológicas e a reivindicações identitárias. Também, por ser linguagem, e linguagem visual, é um importante mediador das relações sociais, gerando sentidos de ordem sintática e semântica com função específica no contexto de performance dos sujeitos. O conceito de ancestralidade, como categoria de análise, que opera com o eixo de memória e o eixo de atualização, é fundamental para pensarmos a forma de nos vestirmos e como através desse gesto tão elementar e rotineiro podemos expressar a nossa visão de mundo afro-referenciada. Considerando que toda forma de linguagem é constitutiva das identidades dos sujeitos, é fundamental para nós, que pesquisamos e estudamos as linguagens, que tomemos esses gestos cotidianos para intervirmos melhor em nossa realidade.

 

GRUPO DE TRABALHO 5V

Tema: BRASIL – ÁFRICA –  MERCOSUL: DIREITOS HUMANOS EMANCIPATÓRIOS, EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS, FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO,  (DE)COLONIALIDADE DO PENSAMENTO E EPISTEMOLOGIAS DO SUL. CRÍTICA A IDEOLOGIA DA DOMINAÇÃO E EXCLUSÃO

Propositores: José Cláudio Rocha (UNEB), Denise A. B. F. Rocha (UNEB) e Luís Carlos Rocha (UNEB)

Ementa: O presente GT tem como objetivo receber trabalho que discutam a realidade política, econômica, social e cultural do Brasil – África – Mercosul a partir do referencial teórico da vertente emancipatória dos direitos humanos, da educação em direitos humanos, filosofia da libertação, (de)colonialidade do pensamento e epistemologias do Sul. Partimos do pressuposto de que é fundamental produzir e difundir conhecimento a partir dessas novas teorias do pensamento humano.

GRUPO DE TRABALHO 6V

Tema: VINICIUS BAIANO: MAIS DO QUE UMA TARDE EM ITAPUÃ

Propositor: José Manuel Teixeira Castrillon (UNEB)

Ementa: Já nos anos 50, Vinicius de Moraes, ao definir-se, incluiria a Bahia como estruturadora de sua personalidade: “Sobrenome: de Moraes/De Pernambuco, Alagoas/E Baía (que guardo em mim)”. O roteiro de aproximação com a cultura baiana pode ser rastreado, por exemplo, pelo contato com as cantoras do Quarteto em Cy e pela longa amizade com Dorival Caymmi. Esta proximidade foi exponencialmente aumentada na década de setenta, quando o poetinha muda-se para Salvador. O resultado artístico deste percurso é marcado por frutos raros, denotando grande criatividade e alta voltagem lírica. Ao final deste amplexo passional nem o poeta nem a Bahia são já os mesmos. Este GT objetiva investigar a gênese, o contexto, os elementos constitutivos desta poética, bem como temas a ela associados.

 

GRUPO DE TRABALHO 7V

Tema: SALVADOR EM DISCURSOS: ENTRE A RETÓRICA E A ANÁLISE DO DISCURSO

Propositores: Gilberto Nazareno Telles Sobral (UNEB)

Ementa: Salvador é uma cidade que, devido a sua historicidade, caracteriza-se pela heterogeneidade e, consequentemente, uma gama extensa de diversidades culturais, linguísticas, religiosas, ideológicas. Desde o período colonial, destacou-se no cenário político brasileiro. Contemporaneamente, a cidade do Salvador destaca-se, também, por ser um polo cultural e turístico, atraindo, anualmente, muitos turistas nacionais e estrangeiros, o que proporciona o desencadeamento de novas discursividades sobre a cidade. Tal fato é relevante para que se realize um GT que tome como objeto a linguagem e os discursos que circulam no espaço urbano de Salvador e área metropolitana como também sobre a referida cidade procurando compreender processos linguísticos e/ou discursivos de significação, gestos de interpretação e relações de sentido, que se estabelecem na articulação do tempo, do espaço, dos sujeitos urbanos, a partir do escopo teórico da Análise de Discurso filiada a Michel Pêcheux, bem como, na perspectiva retórica, o emprego da tríade retórica (ethos, logos e pathos) na construção argumentativa das práticas discursivas na e sobre a cidade de Salvador.

 

GRUPO DE TRABALHO 8V

Tema: CULTURA DE TRADIÇÃO ORAL

Propositor: Domingos Ailton Ribeiro de Carvalho (UESB)

Ementa: Este GT contempla trabalhos relacionados aos estudos dos saberes e fazeres da cultura baiana de tradição oral. Engloba pesquisas que enfocam a produção dos mestres da cultura popular do Estado da Bahia, as lendas, os mitos; os cantos, as danças, os costumes, as crenças,  a medicina  e os folguedos das  manifestações culturais tradicionais  de todos os territórios de identidade baiana.

 

GRUPO DE TRABALHO 9V

Tema: HISTÓRIA E FICÇÃO EM NARRATIVAS AFRICANAS

Propositor: Wesley Barbosa Correia (IFBA), Maria Nazareth Soares da Fonseca (PUC Minas) e Lívia  Maria Natália de Souza (UFBA)

Ementa: Há pelo menos quatro décadas, uma feição documental, sintomática e metalinguística tem sido continuamente operada no âmbito das produções literárias africanas. Esse aspecto se liga, dentre outras razões, à emergência das lutas de libertação que marcaram o cenário político do continente africano, na segunda metade do século XX, e nas quais a literatura esteve pautada como instrumento de mobilização social, capaz de fragilizar os estereótipos que os impérios modernos espalharam pelo mundo, ao propagarem uma anacrônica imagem dos territórios africanos. Ao mesmo tempo que essa feição histórico-literária se evidencia em instigantes processos de criação literária nos quais os escritores parecem motivados a assumir fatos dispersos da História, intensificam-se os modos de releitura do passado e novos olhares sobre o presente. Seja pela via da ironia, humor e paródia ou pelo jogo contínuo de alteridades que ela encena, a escrita literária africana, a promover sentidos outros sobre o espaço de onde emerge, quer-se implosiva da mítica verdade historiográfica que conferiu ao Ocidente natural domínio sobre os territórios situados de fora do seu eixo. Para este GT, portanto, serão aceitos trabalhos que discutam questões de cultura e sociedade considerando-se as representações histórico-ficcionais de África, suas particularidades discursivas e simbólicas, a possibilidade de, pela potencialidade da ficção retomar os caminhos da memória.

  

GRUPO DE TRABALHO 10V

Tema: FESTAS NA BAHIA DE TODOS OS SANTOS

Propositores: Fátima Tavares (Ufba); Francesca Bassi (Ufba) e Cleidiana Patricia Costa Ramos (Ufba).

Ementa: A proposta deste GT é reunir pesquisadores dedicados ao estudo das manifestações festivas, que são  um dos mais fortes traços identitários dos municípios localizados no entorno da Baía de Todos os Santos. Tanto em Salvador, capital do Estado, como em outras localidades, eventos em que se imbricam dimensões religiosas e profanas (procissões e festas de largo, shows musicais, espetáculos como nos festejos de São João) constroem memórias através de suas remomorações e ressiginificações, constituindo laços de reconhecimento ou de diferenciação entre comunidades de áreas urbanas, rurais e litorâneas. O estudo dessas manifestações pode ajudar a compreender as dinâmicas entre tradição/modernidade; religiosidade/religião e cidade/comunidade. Embora, na Bahia, as festas ocupem um lugar de destaque na organização sociocultural de diferentes localidades, a ponto de o Carnaval ter se tornado uma poderosa força econômica para Salvador, a sua abordagem a partir da pesquisa acadêmica continua reduzida diante da sua importância. Mas, nas últimas três décadas, principalmente, os pesquisadores desse campo têm aprimorado a busca por uma estruturação teórica e metodológica específica a partir de bases antropológicas, históricas e sociológicas. Promover a interação e debate entre esses estudiosos é de extrema importância para a percepção sobre avanços e desafios na produção de conhecimento sobre a presença desses eventos nas redes das trocas culturais baianas.

 

GRUPO DE TRABALHO 11V

Tema: ÁFRICAS: LÍNGUAS E AS LITERATURAS CONTEMPORÂNEAS

Propositores: Cláudia Rocha da Silva (UNEB), Zoraide Portela da Silva (UNEB) e Elzana Matos (UNEB)

Ementa: O GT se propõe a ser um espaço de diálogo sobre pesquisas focadas línguas e literaturas africanas na contemporaneidade. Ambas as áreas tem tido uma extrema relevância como espaço de resistência e (re)construções identitárias no continente africano (e em sua Diáspora) e como elemento propulsor na produção do conhecimento das populações negras sobre as suas próprias histórias, memórias, culturas. Vale ressaltar que as línguas africanas constituem-se em elementos essenciais pra a “descolonização” do pensamento e do conhecimento. É notório, ainda, que há uma rica e variada Literatura Africana “narrando”, através não só das línguas oficiais, como também da diversidade das línguas africanas, a História das várias Áfricas que (co)existem no continente africano, constituindo-se assim, uma “memória coletiva negra” que transcende as fronteiras territorias, marítimas e lingüísticas, para além das diferenças. Nessa perspectiva, consideramos, com Inocência Mata, referência imprescindível no estudo de literaturas africanas que, “o que as literaturas africanas intentam propor nestes tempos pós-coloniais é que as identidades (nacionais, regionais, culturais, ideológicas, sócio-econômicas, estéticas) gerar-se-ão da capacidade de aceitar as diferenças”. Prioritariamente, mas não de modo exclusivo, serão enfatizados estudos sobre a produção literária de escritoras negras africanas.

GRUPO DE TRABALHO 12V

Tema: A BAHIA ESTÁ EM TODO LUGAR – DIAS GOMES E JORGE AMADO: A BAIANIDADE NO MUNDO

Propositores: Maria Angélica Rocha Fernandes (UNEB)

Ementa: Este GT pretende fazer uma reflexão geral sobre as adaptações literárias televisivas, a linguagem midiática é explicada de uma forma simples e objetiva preparando o espectador para os próximos capítulos. Para atingir tais objetivos, busca-se o apoio em teorias sobre literatura e mídia, a fim de observar aspectos como as possíveis leituras do texto literário, que possibilitam diferentes adaptações midiáticas – como as novelas Roque Santeiro, Tieta do Agreste e Gabriela cravo e canela, casos específicos, da literatura à TV –, com a finalidade de levar o espectador a compreender a televisão como uma grande simuladora de imagens, que condensa o tempo e o espaço na ação, mergulhando-o no mundo da fantasia; a intenção é promover uma leitura do diálogo entre novela e romance, verificando como as produções adaptadas pela mídia podem promover uma interação entre Bahia, sociedade, literatura e mundo, Dias Gomes e Jorge Amado – adaptam-se autores muito prestigiados ou muito populares – a Bahia está em todo lugar!

GRUPO DE TRABALHO 13V

Tema: BAIANIDADES, AFRICANIDADES E OUTRAS LATITUDES

Responsável: Joabson Lima Figueiredo (UNEB)

Ementa: Este GT reúne trabalhos em temáticas distintas das propostas pelos demais GT, mas relativas aos temas gerais do II Sinbaianidade e do II CILLAA.

GRUPO DE TRABALHO 14V

Tema: LITERATURA, EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO DE IDENTIDADE E COMBATE AO RACISMO

Propositores: Domingos Oliveira de Sousa (Universidade do Porto)

Ementa: Este grupo de trabalho tem como propósito provocar a apresentação de pesquisas realizadas no Espaço Escolar da Educação Básica, onde a literatura foi utilizada como de partida para a construção de identidade, bem como ao combate ao racismo.

GRUPO DE TRABALHO 15V

Tema: BRASIL E PAÍSES DA ÁFRICA: PARCERIA SUL-SUL PARA A COOPERAÇÃO E PARA O DESENVOLVIMENTO

Propositores: Acácio Sidinei Almeida Santos (UNILAB), Juvenal Carvalho (UFRB),Wilson Roberto de Mattos (UNEB)

Ementa: Apesar de a África ter se tornado um dos principais temas da agenda externa do Brasil, ainda é escassa a produção científica sobre esta temática nas instituições brasileiras de ensino e pesquisa, especialmente no que se refere ao universo da cooperação sul-sul.  Esta situação contrapõe-se ao crescente interesse que os temas ligados às relações Brasil /África têm conhecido ao nível internacional, testemunhado pelo número de pesquisas desenvolvidas nos países do norte.  Nos últimos 10 anos os gastos do Brasil em projetos de cooperação técnica nos países africanos tiveram um aumento de 40 vezes e atingiram o recorde de US$ 20,2 milhões em 2010 e atualmente governo da presidente Dilma Rousseff está implementando uma agenda de ações para ampliar as relações do Brasil com a África. Estão em jogo o aumento do comércio e dos investimentos brasileiros no continente e também o reforço da cooperação Sul-Sul. O ST tem por objetivo reunir pesquisadores que desenvolvem pesquisas e tenham interesse em temas ligados à política externa do Brasil para a África, especialmente, mas não exclusivamente, nas áreas da educação (PEC-G e PEC-PG), saúde, migração, segurança alimentar, combate à pobreza, agricultura, trabalho, sociedade civil, internacionalização de empresas brasileiras e dívida externa. Esperamos que os pesquisadores reunidos no ST contribuam para a criação, de um “grupo multidisciplinar de reflexão sobre as relações Brasil / África” no interior da ABPN.

GRUPO DE TRABALHO 16V

Tema: LITERATURA E EXPRESSÕES DAS SEXUALIDADES

Propositores: Raphaella Silva Pereira de Oliveira (UNEB) e Aline Nery dos Santos (UNEB)

Ementa: A característica mimética da literatura foi identificada desde Aristóteles, considerando que, ao acessar o texto literário podemos identificar não apenas os aspectos estéticos que constituem o texto, mas também como a linguagem materializa as representações. Ao reconhecer o texto literário como representação social, vislumbra-se nesse grupo de trabalho, refletir sobre as expressões e representações da(s) sexualidade(s) na literatura, ao identificar que, do mesmo modo que a literatura pode refletir sensibilidade e beleza, é também um espaço de resistência, onde grupos subalternizados, a saber: mulheres, negras/os e LGBT’s têm insurgido suas vozes silenciadas. Problematizações sobre os escritos dessas vozes silenciadas e o tensionamento com o cânone literário também é objeto de reflexão desse grupo. Ao direcionar o olhar para as expressões das sexualidades não heteronormativas, percebe-se que, apesar dos mecanismos de censura ou discursos de moralidade, esta é representada no universo literário, materializando as performances e identidades dissidentes expressas nesses discursos, visto as relações de poder que este expressa. O respectivo GT acolhe propostas que reflitam sobre as representações das relações de gênero e de sexualidades, intercambiadas com outras categorias constituintes do sujeito, como a raça e a classe social, em suas correlações estéticas, políticas, sociais.

GRUPO DE TRABALHO 17V

Tema: SONS, VERSOS E SENTIDOS NA PRODUÇÃO LITERÁRIA ÁFRICA-BAHIA

Propositores: Rafael Alexandre Gomes dos Prazeres (UNEB) e Lílian Lima Gonçalves dos Prazeres (UFES)

Ementa: Este GT se propõe a discutir a musicalidade presente na produção literária baiana, africana e afro-brasileira da contemporaneidade, buscando identificar nessa literatura a carga de sentido presente no texto a partir da sonoridade e dos aspectos de literariedade, configurando-se estes em elementos indispensáveis para compreensão do texto. Com isso, pretendemos expressar o quanto esta sonoridade na literatura corrobora com a tradição local seja nas expressões culturais populares, a exemplo da capoeira, seja na canção, em narrativas e em poesia.

GRUPO DE TRABALHO 18V

Tema: CRIANÇAS, INFÂNCIAS, LINGUAGENS E INTERSECCIONALIDADE

Propositores: Flávia de Jesus Damião (UFBA) e Ana Lúcia Soares da Conceição Araújo (UFBA)

Ementa: Os Estudos sociais da infância, dentre eles, mais especificamente os aportes da sociologia da infância nos aponta a infância como uma categoria plural, do tipo geracional, que carrega características da sociedade complexa e contraditória, atravessada pelas diferenciações de raça/etnia, classe, gênero, geração, localização geográfica, religiosa dentre outras. No Brasil e na Bahia, essas diferenciações sociais produziram desigualdades que afetam a vida de milhões de meninas e meninos nos variados espaços e contextos sociais e culturais onde vivem, e, onde se constituem como sujeitos concretos. Assim, o presente GT propõe-se a discutir estudos, reflexões e investigações realizadas no âmbito da academia, dos movimentos sociais, bem como aqueles produzidos por profissionais da educação, acerca das infâncias, das crianças e suas múltiplas linguagens – desde as corporais até as tecnológicas – a partir da perspectiva da interseccionalidade. Compreendemos que esta perspectiva – originaria do debate do feminismo negro – pode ser um caminho possível para nossa aproximação dos universos simbólicos, culturais e sociais das meninas e meninos do país.

GRUPO DE TRABALHO 19V
Tema: ARTE, ESPORTE E LAZER: A CULTURA CORPORAL NA DIÁSPORA NEGRA

Propositores: José Antônio Carneiro Leão (UNEB), Margarete de Souza Conrado (UNEB), Ricardo Barreto Biriba (UFBA) e Amélia Vitória de Souza Conrado (UFBA)

Ementa: Memória de personalidades baianas na cultura, esporte e lazer. Gestão de Políticas Públicas. Paradigmas e metodologias didático-pedagógicas. Performatividade em ambientes educativos escolares e não escolares.

 

GRUPO DE TRABALHO 20V

Tema: ENLEITURAMENTOS NA INFÂNCIA
Propositores:
Rosemary Lapa de Oliveira (UNEB)

Ementa: O grupo de trabalho ancora-se nas atividades desenvolvidas durante projeto desenvolvido sob o título: LEITURA NA ESCOLA – a constituição do sujeito-leitor, fruto do projeto de Programa Institucional de Iniciação Cientítica da Universidade do Estado da Bahia, com modalidade de bolsa PIBIC/FAPESB, contando com uma bolsista e duas voluntárias que investigou como se dá a mediação do sujeito leitor em turmas de educação infantil, buscando elucidar o processo de constituição do leitor através da mediação docente. Buscou-se, à luz de teóricos do discurso, principalmente, Orlandi e da pedagogia, como Freire e Macedo, descrever uma pedagogia que incida na formação do leitor, através do enleituramento (OLIVEIRA, 2013), considerando que a leitura é o caminho privilegiado da formação cidadã. A pesquisa lançou mão dos dispositivos da pesquisa etnográfica, observação de aulas e escuta sensível. Dos resultados da pesquisa derivou três subprojetos que se articulam ao projeto ora apresentado, tais são: A Mediação Docente na formação do sujeito leitor na educação infantil; Leitura: uma ferramenta para ampliar o conhecimento de mundo da criança e Leitura e Mediação: um olhar sobre a formação docente na educação infantil. O presente GT visa apresentar os resultados encontrados e articular os subprojetos, centrando a discussão sobre o papel da leitura no currículo escolar e o papel da mediação docente. A pesquisa se ancora na perspectiva defendida por: Coelho (2000), Perrenoud (1997), Geraldi (2003) e Oliveira (2013).

GRUPO DE TRABALHO 21V
Tema: AS POSSIBILIDADES DA HISTORIOGRAFIA LITERÁRIA PENSADA POR E PARA ESCRITORES BAIANOS

Propositor: Thiago Martins Prado

Ementa: Por quem e como está sendo pensada a historiografia literária baiana? Ademais, quais são aqueles estudiosos baianos que estão repensando a historiografia da literatura além dos moldes da dialética, da linearidade evolutiva ou do esteticismo pretensamente universal conferido aos produtos da cultura? Observando a condição periférica aos centros de editoração e a emergência contemporânea por reler a produção de escritores que foram silenciados ou violentados pela história da literatura, busca-se a reflexão de como escritores baianos às margens do processo massivo de distribuição de livros estão sendo relidos pela crítica. Paralelamente, investiga-se o trabalho de determinados críticos baianos que propõem uma nova reescrita para a historiografia da literatura ao denunciar os sistemas de exclusão da tradição literária. Interessam às discussões desse grupo de trabalho: 1) escritores baianos, por vezes, marginalizados do sistema literário; 2) críticos baianos de literatura que, imbuídos de uma proposta de releitura das margens, impuseram procedimentos narrativos distintos que desafiam as antigas formas de validação da historiografia literária tradicional.

GRUPO DE TRABALHO 22V
Tema: EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: OS DESAFIOS DA INTERSECCIONALIDADE

Propositores: Ana Lúcia Gomes da Silva, Izanete Marques Souza e Roberto Santos Teixeira Filho

Ementa: Discute a interseccionalidade da diversidade nas relações de gênero na educação, sexualidade e diversidade étnico-racial. Essa discussão se dá na perspectiva da inclusão educacional no sentido de respeitar as diversidades afro-brasileiras em um fazer educacional que toma como instrumento de análise as manifestações culturais, literárias ou não, que representam as baianidades e as demais brasilidades.

GRUPO DE TRABALHO 23V 
Tema: EJA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Propositora: Tânia Regina Dantas

Ementa: Trata-se de um grupo de pesquisadores que investigam há mais de duas décadas a formação de professores e as políticas públicas do estado para o campo da EJA. Pretende-se incrementar a investigação de novas tendências na formação de professores, efetuando-se um balanço das pesquisas sobre a educação de jovens e adultos e as políticas públicas na área de EJA. Estudos e pesquisas vêm sendo realizados sobre a educação matemática e a EJA. O meio ambiente e o trabalho é uma das linhas de pesquisa que denota a preocupação com o desenvolvimento sustentável e o mundo do trabalho na educação de jovens e adultos. As tecnologias da informação e da comunicação também se constituem em uma das linhas de pesquisa do programa, tendo inclusive a oferta da disciplina Inclusão digital na EJA com pesquisas sendo desenvolvidas neste campo de investigação.

GRUPO DE TRABALHO 24V

Tema: CAMPO RELIGIOSO BRASILEIRO: UM OLHAR SOBRE A BAHIA

Propositores: Antônio Lopes Ribeiro (FATEO) e Krzysztof Dworak (PUC/SP)

Ementa: A religião é um dos principais componentes de nossa cultura. As diversas formas de manifestações religiosas que compõem o cenário religioso atual constitui um dos bens culturais mais preciosos não só da Bahia, mas de todo o País. Este grupo de trabalho tem como proposta reunir estudos sobre o campo religioso brasileiro, com ênfase na multiplicidade e especificidade das manifestações religiosas baianas, no contexto atual caracterizado pela secularização e pelo pluralismo religioso.

GRUPO DE TRABALHO 25V

Tema: NEGRAS-FEMININAS GRAFIAS : INSUBORDINADAS E INSUBMISSAS NARRATIVAS 

Propositores: Hildalia Fernandes Cunha Cordeiro (UNEB), Júlio Cézar Barbosa (UNEB) e Carla Maria Ferreira Nogueira (UNEB)

Ementa: O grupo de trabalho busca acolher pesquisas que versem sobre a produção literária de autoria negra-feminina diaspórica: suas demandas e potencialidades. Temas como: ancestralidade, religiosidade, autogestão do corpo e da sexualidade, narrativas lesboafetivas e afrolésbicas, construção de identidade positiva, estética, processos de emancipação e empoderamento, negras memórias são recorrentes nessas pretas e poderosas grafias. A escrevivência e a autorrepresentação são outras marcas em tais escritos e acabam por borrar e rasurar o canon e os estereótipos históricos destinados a corporalidade negra-feminina. Estudos que desejem explorar esse letramento preto, bem como as possibilidades metodológicas do complexo e diversificado acervo em sala de aula, objetivando a efetivação da lei federal 10.639/03 e uma educação antirracista pautada na proposta de (re) educação das relações etnicorraciais serão aceitas e bem recebidas no grupo.

GRUPO DE TRABALHO 26V

Tema: PROJETO ESPAÇO GRIÔ: O PODER DA ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Propositores: César Costa Vitorino (UNEB ),  Ana Kátia Alves dos Santos  ( UFBA ) e  Maria Alejandra Silva  (Universidade de  Buenos Aires)

Ementa:A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com a Cooperação da UNESCO, para elaborar o livro do professor “HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL” (2014), é de grande importância para (re)pensar práticas condizentes para educandos da Educação Infantil. Os griôs, considerados como bibliotecas vivas da tradição oral de vários povos africanos, são responsáveis por guardar e transmitir a história de seu povo. Para Hampaté Bâ (2011) os griôs podem ser classificados em 3 (três) categorias, a saber: 1) os griôs músicos; 2) os griôs embaixadores e cortesãos; 3) os griôs genealogistas, historiadores ou poetas. Cada uma dessas categorias traz significativas contribuições. Pretendemos, neste trabalho, evidenciar práticas de docentes que atuam na Educação Infantil e relatar como estes compreendem o poder da oralidade nas culturas africanas e de que forma organizam atividades didático-pedagógicas para o contexto escolar baiano. Os pesquisadores Santos (2006;2012), Silva (2012) e Vitorino (1999;2014), mesmo em trabalhos de vertentes diferentes, defendem que o respeito à oralidade é importante momento de formação humana e um dos principais meios de interação social. Nesse sentido, através de grupo focal, mostraremos resultados e reflexões a partir de contato com aproximadamente 5(cinco) docentes da Educação Infantil de escolas públicas municipais e/ou da rede particular, no ano de 2015. Acreditamos que o Projeto Espaço Griô deve privilegiar o reconhecimento da identidade afro-brasileira para a valorização da diversidade étnico – racial.

 

GRUPO DE TRABALHO 27V

Tema: PORTOS BAIANOS E DIÁSPORA AFRICANA

Propositores: Ricardo Moreno (UNEB),Flávio Gonçalves (UESC) e Graça Leal (UNEB)

Ementa: Estudo de portos e cidade, abastecimento, trocas culturais, relação entre Bahia e África, por meio dos portos, via de comunicação atlântica!

GRUPO DE TRABALHO 28V

Tema: PSICOLOGIA E RELAÇÕES RACIAIS: BAIANIDADE, AFRO-BRASILIDADES E OUTROS PERTENCIMENTOS EM FAVOR DA SAÚDE PSÍQUICA

Propositores: Clélia R. S. Prestes (USP), Carla França (MP/BA) e Anni de Novais Carneiro (CRP/03/UFBA).

Ementa:O GT reúne trabalhos da área de Psicologia e afins que se dediquem ao estudo das relações raciais, compreendendo reflexões sobre as contribuições dos pertencimentos sobre os processos psíquicos. Pretende discutir como o pertencimento a manifestações africanas e afro-brasileiras pode favorecer a ressignificação de simbolismos associados a negros(as), elevando a autoestima. Objetiva discutir, ainda, como a saúde psíquica e processos de superação, resiliência, autonomia, emancipação, entre outros, podem ser facilitados por aspectos identitários negros positivados, como os que se apresentam na noção de baianidade ou nas produções das línguas e literaturas africanas e afro-brasileiras.