Lançamentos de livros

CAPA LIVRO DEUS É NEGRO (1)

 

 

TÍTULO:  “DEUS É NEGRO”
AUTOR: WESLEY CORREIA 
EDITORA: PINAÚNA

Originalidade é o ponto alto do livro
“Deus é Negro”

“A literatura liberta”. Essa é uma das frases que tem ecoado nos eventos de divulgação do livro “Deus é Negro”, do poeta Wesley Correia. Ditas pelo próprio autor, as palavras ajudam a definir a obra que subverte a lógica de um Deus branco e abre espaço para a diversidade.
Com liberdade, coragem e leveza, Correia faz soar, nesta obra, a voz negra historicamente amordaçada. O livro é dividido em três seções: Da Partida, que dá espaço ao eu-negro; Da Chegada, onde as memórias da luta anti-escrava são avivadas; e Da Multiplicação, que aponta para um fenômeno de reconfigurações identitárias. Para compreender melhor as textualidades
afro-brasileiras e africanas, é possível consultar, nas últimas páginas, o “pequeno glossário crioulo”.
Deus é Negro, desde o lançamento na última Bienal do Livro da Bahia passando pela Universidade do Recôncavo da Bahia e pela Universidade do Estado da Bahia, tem sido recebido com festa e prestigiado por dezenas de pessoas, a exemplo do poeta e cantor Juraci Tavares, de 64 anos.“Wesley é um intelectual preocupado com as questões humanas,
sobretudo, negras. Esta obra deve constar em diversas bibliotecas, as pessoas precisam ter acesso a esse conteúdo que, de forma poética, traz a possibilidade da existência de vários deuses, abre espaço para a pluralidade. É emocionante”, contou.

Para a produtora cultural Milena Britto a leitura é uma experiência necessária. “As poesias surpreendem, são elaboradas, possuem um ritmo sedutor. Li e recomendo esta obra que tem, como ponto alto, a originalidade”, disse. O livro será lançado nos Estados Unidos, na Espanha e França, por isso ganhará tradução para o inglês, espanhol e francês, no
primeiro semestre de 2014.

“Deus é Negro”, que ganhou o último edital setorial de Literatura da FUNCEB através do Fundo de Cultura, deve ser
distribuído
gratuitamente para as principais bibliotecas de Salvador e do interior do estado a partir de Fevereiro de 2014, mesmo período em que será vendido, a preços populares, em livrarias e bancas de revistas. Quem não quiser esperar até lá para adquirir seu exemplar, pode solicitar diretamente com a Pinaúna Editora através do e-mail: atendimento@pinaunaeditora.com.br.

Fotos do escritor Wesley Correia, para divulgação de seu livro "Deus é Negro" Foto: Carol Garcia

Wesley Correia,
Foto: Carol Garcia

O autor é natural do município de Cruz das Almas, no recôncavo baiano, Wesley Correia tem atuado em torno de questões
relacionadas ao combate ao racismo e a
valorização da identidade e da cultura negra. Doutorando em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia e coordenador de pós-graduação em Estudos Étnicos e Raciais do Instituto Federal da Bahia – IFBA, Correia é autor, também, do livro Pausa para um Beijo e outros poemas, tem participado de diversas coletâneas como poeta e ficcionista, e possui mais três obras em fase de produção.


Literatura CAbo-verdiana

Literatura Cabo-verdiana

TÍTULO: LITERATURA CABO-VERDIANA 
AUTORAS: SIMONE CAPUTO GOMES E ÉRICA ANTUNES PEREIRA
EDITORA: 
Simone Caputo Gomes e Érica Antunes Pereira. Literatura cabo-verdiana: seleta de poesia e prosa em língua portuguesa. Belo Horizonte: Nandyala, 2015.
Coletânea de textos cabo-verdianos em língua portuguesa para introdução aos Estudos Cabo-verdianos. Com apoio da Academia cabo-verdiana de Letras, da qual a Professora Doutora Simone Caputo Gomes é Membro Honorário.

Contrassonetos

Contrassonetos Alex Simões

TÍTULO: CONTRASSONETOS 
AUTOR: ALEX SIMÕES
EDITORA: MONDRONGO
Quando recebi este compêndio de poemas do Alex Simões para publicação, um detalhe logo de cara me chamou a atenção, foi o que se via em seu título, o termo “contrassonetos”, que, como explica o autor, foi cunhado por Ronald Augusto em referência ao livro que originou esta edição. Curioso, logo me pus a ler o que possuía em mãos e o que percebi sem muito esforço é que estava frente à obra de um poeta pra lá de criativo e, tão importante quanto isso, com um domínio extremo sobre versificação, ao ponto nos oferecer uma obra imersa em formas clássicas da lírica, mas, justificando o título, revestidos por uma espécie de contravenção literária, o que podemos resumir como a transgressão das formas, mas cuja musicalidade em nada fora afetada, o que resultou em um livro de certo modo incomum. De pronto resolvi publicar a obra e espero que o leitor possa se divertir com as peripécias do Alex Simões tanto quanto eu, pois ir descortinando o livro – pouco a pouco – é perceber que esse “réu confesso” não é nenhum “falso milagreiro” como ele mesmo aponta em poema introdutório que podemos ver como uma espécie de prólogo ao que se segue, mas um poeta extremamente inventivo. É questão mesmo de ponto de vista. Ou não? Certo mesmo, o que me parece, é que podemos aproximá-lo a um ilusionista. Por isso, caro leitor, o que aqui é, pode não ser, e o contrário se justifica plenamente. Da apreciação crítica de Gustavo Felicíssimo.
 
(Alex Simões) Athur Scovino 2014 Bienal da Bahia
Alex Simões (alexsim) é poeta, escritor, professor, performer, tradutor e editor de poesia, ciberartivista.
É autor de “Estudos para Lira” “Quarenta e Uns Sonetos Catados” (Domínio Público, 2013) , “(hai)céufies” (Esquizo Editora, 2014)  e “Contrassonetos Catados & Via Vândala”(Mondrongo, 2015). Colabora em Revistas Literárias (Iararana, Poesia Sempre, entre outras),  em antologias (Outros Riscos, 2013, “Coletânea Poética Ogum’s Toques”, 2014,  “Writing the Walls Down” (Trans-Genre Press, EUA, no prelo),  em blogs/sites de literatura (Verbo XXI, Revista Galla Ciencia, Poetas del siiglo XXI, entre outros ). Ministra oficinas de poesia, com foco em versificação e ações performáticas em poesia (Oficinas para o Movimento Nosso Bairro é 2 de Julho, Programa de Qualificação em Artes, Projeto Boca de Brasa). Traduziu o livro “Entonces Daniela”, (Lumme Editor, 2015). Coeditou um número  da Revista Organismo (no prelo).

Zé Walter livros

José Walter Pires (Zewalter)

 

 

Nativo de Ituaçu- Ba, adotivo e cidadão de Brumado, educador e sociólogo, escritor e poeta, renitente sertanejo, amante da literatura , em especial a de cordel, gosto que nasceu nos serões da cultura com os irmãos, em sua casa, sob os olhares vaidosos de seu Dadinho e a prudência D. Nita, depois para Salvador, destino dos interioranos, nos idos tempos, em busca da educação e o sonhado caminho da sobrevivência. Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, ocupando a cadeira de número 21, do seu patrono o poeta paraibano (Solânea), Joaquim Batista de Sena, com posse em 21 de agosto de 2010, em João Pessoa, na Paraíba, como vários títulos e livros publicados, inclusive em grandes editoras nacionais e participações culturais diversas.


Turbantes

 

 

Lúcia foto livro

TÍTULO: AFROBRASILIDADES: TÚNICAS & TURBANTES

AUTORA: LÚCIA TAVARES LEIRO

EDITORA: ARTPOESIA

Afrobrasilidades: túnicas & turbantes é uma publicação impressa composta por registros fotográficos sobre uma composição visual de vestuário afro-referenciando com base em túnicas e turbantes feitos de chitões ou chitas. As túnicas e turbantes são resultados de um trabalho artesanal, autoral, alicerçado em uma proposta ancestralizada, com identidade afro-brasileira, e sem marcas de gênero, já que tanto homens e mulheres fazem uso. O livro é composto de duas partes: uma apresentação reflexiva e um conjunto de fotos feitas em estúdio. É uma publicação importante para pesquisadores que atuam nos estudos das linguagens, das visualidades, sobretudo da moda, e, também, da economia, sobretudo da economia criativa e do empreendedorismo.


O Baquete

 

 

TÍTULO: O GRANDE BANQUETE VIAGENS À NOSSA VIDA
AUTOR: RICARDO FERREIRA
EDITORA: QUARTETO EDITORA

As culturas de Angola, Portugal e Brasil dão o tom do livro “O Grande Banquete Viagens à Nossa Volta“.

A obra, editada pela Quarteto Editora, leva-nos numa viagem sedutora pelas culturas de Angola, Portugal e Brasil e as questões da lusofonia.
A sua narrativa é tão verossimilhante, intensa e reflexiva que não se consegue limitar fronteiras. O romance tem como principal protagonista João Antônio e trata os personagens em contextos específicos, além de nos levar a lugares e paisagens que não conhecemos, mas desejaríamos conhecer. Ricardo representa o mar que nos separa mas que indubitavelmente nos une. Como ele próprio declara: “Somos e seremos sempre um só, o que nos separa é unicamente o contexto cultural em que estamos inseridos“
“O Grande Banquete Viagens à Nossa Volta” confirma o escritor inserido no cenário lusófono e induz a utopia da lusofonia a realizar-se no futuro construído por todos nós.
Esse é o segundo livro do autor que desta vez vem com a capa feita pelo renomado artista plástico baiano Bel Borba e o prefácio do professor e acadêmico Edivaldo Boaventura.

Ricardo Ferreira nasceu no sul de Angola na Província de Benguela no ano de 1966, nascido em Angola, educado em Portugal e vivendo no

Ricardo Ferreira

Ricardo Ferreira

Brasil, Ricardo não consegue distinguir as suas origens, carregando consigo uma miscigenação sem fronteiras capaz de enxergar as culturas sem preconceito. Para ele, esses três países formam uma unidade que tanto o acolhe.A sua atividade profissional sempre esteve muito ligada a estreitar relações políticas e diplomáticas entre os países Lusófonos, principalmente Angola, Portugal e Brasil.
Defensor da lusofonia e por conta dessa dedicação e acuidade, ele tem conseguido o apoio e o aval de pessoas importantes do cenário político e artístico desses três países-irmãos e donos de legados fundamentais na construção do processo de irmandade e no fortalecimento do elo que nos une e que ele próprio representa.

 

 


 

 

 

capa livro katia borges-selvagem

TÍTULO: SÃO SELVAGEM
AUTOR: KATIA BORGES
EDITORA: P55
Kátia Borges, 47, é escritora e jornalista. Publicou os livros de poesia “De volta à caixa de abelhas” (2002, Selo As Letras da Bahia), “Uma Balada para Janis” (2010, Edições P55) e “Ticket Zen” (2011, Escrituras) e “São Selvagem” (P55, 2014), e de prosa, “Escorpião Amarelo” (2012, Edições P55). Seus poemas foram publicados nas coletâneas, “Sete Cantares de Amigos”, “Concerto Lírico para 15 vozes”, “Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000”, “Traversée d’Océans – Voix poétiques de Bretagne et de Bahia”, edição bilíngue organizada por Dominique Stoenesco, “Autores Baianos – Um Panorama”(2013, Secult/P55), edição trilíngue lançada durante a Feira do Livro de Frankfurt, e na Mini-Anthology of Brazilian Poetry (Placitas: Malpais Review, 2013).
foto kátia Borges


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TÍTULO: TRAVESSIA DE ABISMOS
AUTOR: CLEBERTON SANTOS
EDITORA: VIA LITTERARUM

 

O novo livro do poeta Cleberton Santos apresenta 60 poemas de tonalidade filosófica que refletem sobre a travessia da existência humana e sua profunda relação com a criação literária. O poder da linguagem humana em sua fonte mais profunda: o mistério da palavra poética. Com o projeto editorial da Editora Via Litterarum, o livro tem uma belíssima capa ilustrada pela artista plástica feirense Nanja Brasileiro, um posfácio em prosa poética do escritor paulista José Geraldo Neres e um prefácio da professora, escritora e tradutora argentina María Pugliese.foto cleberton

Cleberton Santos é poeta, crítico literário e professor do IFBA. Mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS. Autor dos livros “Ópera urbana” (poesia, 2000), “Lucidez silenciosa” (poesia, 2005) “Cantares de roda” (poesia, 2011), “Aromas de Fêmea” (poesia, 2013), “Estante Viva” (crítica literária, 2013) e “Travessia de abismos” (poesia, 2015). Tem artigos e poemas publicados em várias antologias e jornais do Brasil e do exterior. Edita o bloghttp://clebertonsantos.blogspot.com.br


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 TÍTULO: FIGURAS TÍPICAS E RELIGIOSIDADE POPULAR DE JEQUIÉ
AUTOR: DOMINGOS AILTON
EDITORA: BUREAU

 

Figuras Típicas e Religiosidade Popular de Jequié

 

A história dos esquecidos pela historiografia oficial e marcas da religiosidade popular em Jequié são narrados no ensaio Figuras Típicas e Religiosidade Popular de Jequié, de Domingos Ailton.

A partir de uma pesquisa de campo, com base na história oral, Domingos Ailton conta fatos relacionados ao trabalho de figuras como a apanhadeira de água e o aguadeiros, o boiadeiro, o vaqueiro, o carreiro dos carros de bois, o raizeiro, o seleiro, o tropeiro, o mascate, o vassoureiro e o rezador, que contribuíram para a formação econômica, cultural e social de Jequié e são marcantes na cultura popular nordestina.

 

 

 

CAPA L

TÍTULO: ANTÔNIO BUROKÔ
AUTOR: DOMINGOS AILTON
EDITORA: VIA LITTERARUM

 

Resumo de Antônio Burokô

A mitologia popular afro-brasileira com o fascínio dos orixás,  as festas e a resistência do povo de santo à perseguição contra  a religiosidade  e cultura  de origem africana, os saberes e fazeres populares  de tradição oral, expressões culturais,  a exemplo  do grupo de capoeira  Banda da Lua e personagens envolventes como Antônio Burokô, Nininha Preta, Lubião,  Jerônimo Carvalho, Natur de Assis, Colombo de Novaes, Chico Rebouças,  Maria Megê, Irineu  Neves e Maria Xangô, compõem o universo deste romance.

Uma mistura de ficção e fatos  reais  que tem como cenário Cachoeira, no Recôncavo Baiano, o sertão de Jequié e Salvador, a secular “cidade da Bahia”.

Antônio Burokô, de Domingos Ailton, é um romance   que  revela mistério e encantamento,  luta e  criatividade  do saber afro-brasileiro.

 

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TÍTULO: ANÉSIA CAUAÇU
AUTOR: DOMINGOS AILTON
EDITORA: VIA LITTERARUM

 

Anésia Cauaçu, de Domingos Ailton,    é um romance histórico  que tem como protagonista  uma  mulher que esteve à frente do seu tempo.  Anésia foi a primeira mulher no sertão baiano de Jequié a  ingressar no cangaço, a liderar um bando de cangaceiros, a  praticar   montaria  de frente, já que as mulheres de sua época  montavam de lado em uma sela   denominada silhão, e a vestir calças compridas (as mulheres do período em ela viveu  apenas usavam vestidos e saias)  nos momentos de combate para facilitar  o enfrentamento  de jagunços dos coronéis  e  das tropas policiais, além de ter sido  a primeira mulher branca a lutar capoeira, antecedendo mulheres como Maria Bonita, Dadá e Lídia no cangaço.

 

 


 

 

 

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TÍTULO: ENCANTADAS
AUTOR: JOSÉ CARLOS LIMEIRA
EDITORA: 
OGUM’S TOQUES NEGROS

“Poesia é o que nos encanta
Romance é o que nos envolve”
Éle Semog
foto Limeira
Aqui o poeta José Carlos Limeira nos faz passear pela mágica da palavra, encantada e fluída, por uma inspiração que nos tira o fôlego. Aliás, muito mais trabalho poético do que inspiração. “O verso que te dei acordou bem cedo”.
O ritmo e a musicalidade dos textos, fazem balançar o espírito e, ao contrário dos blues que o poeta sugere, seus sons nos deixam extasiados como o fluir de uma clarineta de Paulo Moura (Mistura e Manda), ou do bandoneón de Astor Piazzola (Balada para um loco).
A paixão rasgada flui nas rimas competentes à semelhança dos versos com um martelo agalopado, sem decassílabos. A dor de amor, na forma singular e íntima que o poeta expressa, nos faz perceber que, se ainda não aconteceu conosco, já vimos alguém bem próximo sentir dessa dor. De uma forma, ou de outra, é paixão e dor que todo mundo sabe sentir.
Discretamente eloquente, o sujeito poeta vai tecendo redes de versos de amores, dramas, ciúmes e ironias com seu tear de palavras. Sucinto ao extremo, quando neste caso, o poema se esparrama de forma viral, como se fosse uma twittada, que nos faz buscar mais noticias boas.
Livro de ótimos poemas de ler para namorada, esposa, amante, amiga, vizinha. Livro bom para poeta estudar, ou dar de presente para quem gosta de poesia. Emprestar não, pois certamente, quando for devolvido, virá faltando página.
Para além da poesia negra, José Carlos Limeira, neste livro, se consolida como escola de poesia.


 

 

 

Vânia Vasconcelos

Vânia Vasconcelos

 

TÍTULO: NO COLO DAS IABÁS – MATERNIDADE, RAÇA E GÊNERO EM ESCRITORAS AFRO-BRASILEIRAS
AUTOR: VÂNIA VASCONCELOS
EDITORA: MULHERES

 

 

 


 

 

 

 

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TÍTULO: SINAIS DE MIM
AUTOR: ELZANA MATOS
EDITORA: CHIADO

Sinais de Mim é um ensaio, em prosa, de memórias ficcionalizadas. Permeado de imagens poéticas que expõem os conflitos de uma personagem diante de seus vários eus que dialogam num processo de autodescoberta. É uma obra híbrida onde as seções estão articuladas entre si sob a égide dos espelhos. Mentalmente aprisionada num espelho, encontra-se a personagem, uma escritora, cujo monólogo instigante e questionador cria uma narrativa de profundo lirismo e de conteúdo psicanalítico que nos conduz à busca de nós mesmos, num labirinto de aventuras surreais. Ensaio literário que alcança com maestria a desestruturação do romance tradicional, ao mergulhar num estilo marcante que celebra a liberdade criadora; entre as partições do livro prevalece uma linearidade, um fio condutor, permeado pela magia dos espelhos. Exalta a manifestação de um Eu ou de vários eus em busca de identidade, num processo transrevelador, libertário e fascinante de autoconhecimento. É um livro para ser fruído em seus mais diversos aspectos, repleto de emoções misteriosas e fascinantes.

 

 


 

 

 

 

Livro Vivian Meira

 

TÍTULO: PORTUGUES BRASILEIRO- ESTUDOS FUNCIONALISTAS E SOCIOLINGUISTICOS
AUTOR: VIVIAN MEIRA
EDITORA: EDUNEB

O livro Portugues Brasileiro: Estudos Funcionalistas e Sociolinguisticos, organizado por Vivian Meira, busca apresentar a presença da Linguistica Histórica no cenário linguistico brasileiro. Para tanto, a organizadora reuniu artigos que tem como objetivo compreender a nossa heterogeneidade linguistica. Assim, é traçado um percurso histórico do português falado no Brasil, abordando alguns fenômenos linguisticos e explicações teóricas para os mesmos. A Linguistica Histórica em nosso país é redescoberta em pesquisas que visam investigar o português falado no Brasil, seja a partir de um estudo histórico-diacronico ou de uma sincronia passada ou de uma sincronia presente para resgatar o passado. De todo modo, espera-se que esse livro possa contribuir para a compreensão da heterogeneidade linguística brasileira e que o percurso histórico do português falado em nosso país possa melhor desvelar a origem das variações em nossa língua.


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TÍTULO: A LIBERDADE QUE VEIO DO OFÍCIO PRATICAS SOCIAIS E CULTURA DOS ARTIFICES NA BAHIA DO SEC XIX
AUTOR: LYSIE REIS
EDITORA: EDUFBA

Resumo:
Erguida por mãos negras e mulatas, a Bahia foi exaltada por Manuel Querino como “a rainha da beleza universal”. Não obstante, essa mesma Bahia, de sacadas e sobrados e da velha São Salvador, ainda encanta com seus telhados, portas, janelas, ornatos gradis, etc. São imagens que compõem a arquitetura das suas cidades ou núcleos urbanos mais antigos. Pouco se sabia sobre a mão de obra que a ergueu que, ademais, em muitas situações, também a projetou. Este livro vem desvendar a atuação destes grupos profissionais, sua cultura e práticas sociais, a influência exercida pelas corporações de artífices portugueses, que aqui também imprimiram uma identidade. As chamadas “artes e ofícios” foram, além de caminho profissional, espaço para a construção social de um tipo de cidadania possível aos homens de cor, libertos ou escravos, enjeitados ou filhos do proletariado. Aqui desvenda-se a trajetória da instrução dos artífices e operários, até sua formalização, os limites da atuação profissional, a distinção entre o trabalho do artífice e o do técnico estrangeiro. A ciência do desenho também é explorada, visto que o saber adquirido pela prática sistemática do desenhar, nas oficinas-escolas, ou pela observação do desenho dos mestres artesãos, habilitava a mão, aprimorava a visão e a mente criadora. A dignidade conquistada pela educação impulsionava a transmissão do conhecimento no seio das famílias e no grupo social. Instruía-se pela oralidade, pela prática na oficina, no canteiro, no contato direto com a necessidade das cidades. Através de uma escrita leve, Lysie analisa e produz esta obra digna dos amantes do desenho das cidades baianas do século XIX.

2006 1

 

 

Currículo:

Conclui tese de Doutorado em História Social na Universidade Federal da Bahia (2006), possuo graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense (1992) e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (1998). Sou professora Adjunta da Universidade Estadual da Bahia, lotada no Dpto de Ciências Humanas (Campi I – Salvador) e professora do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Desenho Cultura e Interatividade da Universidade Estadual de Feira de Santana. Através da extensão universitária tenho atuado como assessora de comunidades inseridas em áreas urbanas de caráter patrimonial. Minha produção tem enfatizado a história dos desenhadores anônimos das cidades brasileiras, a educação para cuidar das áreas urbanas de caráter patrimonial e o empoderamento de grupos sociais nas articulações sobre seu direito à cidade


 

 

 

 

 

 

 

Capa Livro Candomble Julio Braga

 

 

TÍTULO: CANDOMBLÉ CIDADE DAS MULHERES E DOS HOMENS
AUTOR: JÚLIO BRAGA
EDITORA: UEFS

“Candomblé: a cidade das mulheres e dos homens”, mostra porque, no universo das religiões afrobaianas, a presença masculina, como a do babalaô Martiniano Eliseu do Bomfim, é tão relevante quanto a feminina, a exemplo das ialorixás Mãe Aninha e Mãe Menininha do Gantois. O ponto de partida da obra é o estudo “A cidade das mulheres”, da etnóloga norte-americana Ruth Landes, publicado em 1947.

Júlio Braga  Julio Braga Foto2

Os 42 anos da experiência de magistério em universidades como a Federal da Bahia, a Estadual de Feira de Santana e a Nacional do Zaire forjaram o discurso envolvente de Julio Braga, 72. Doutor em antropologia e babalorixá, ele domina o código acadêmico, mas também o da oralidade cheia de sabedoria das religiões afro-brasileiras. Transitar entre esses dois mundos parece confortável para o autor de 11 livros, dentre os quais Candomblé: a cidade das mulheres    e dos homens.

 

 


 

 

Capa Livro as vestes da boa m...

 

 

TÍTULO: AS VESTES DA BOA MORTE
AUTOR: RENATA PITOMBO CIDREIRA
EDITORA: UFRB

traz novo olhar sobre a Irmandade

O livro “As vestes da Boa Morte”, organizado pela professora Renata Pitombo Cidreira, do curso de Comunicação Social da UFRB, é fruto de uma pesquisa realizada pela professora e quatro discentes do curso de jornalismo. O trabalho foi desenvolvido durante três anos (2007-2010), com apoio da FAPESB e do MECSesu. A publicação tem o selo da Editora da UFRB e custa R$15,00.
“As vestes da Boa Morte” explora a dimensão simbólica das roupas, constatando o papel identificatório e afetivo que se efetiva através de cada peça e acessório. Desenvolve reflexões sobre os aspectos religiosos, turísticos e performáticos que envolvem a Irmandade, sobretudo no período das festividades do mês de agosto.

Renata Pitombo Cidreira é doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA (2003), onde também fez o mestrado (19Foto João Santana 75 8801 0773 (3) - Renata Pitombo97) e graduou-se em jornalismo (1992). Em 2011 fez pós-doutorado em sociologia no Centro de Estudos sobre o Atual e o Cotidiano, da Université René Descartes (Paris V – Sorbonne), onde também cumpriu estágio doutoral em 2001. Entre 2003 e 2006 coordenou o curso de graduação em Comunicação e Produção de Moda da FTC Salvador, onde liderou o grupo de pesquisa Moda Mídia. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e líder do grupo de pesquisa Corpo e Cultura (UFRB), cadastrado no Cnpq. Também atua na Pós-Graduação em Moda, Artes e Contemporaneidades (UNIFACS) e no Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), além de participar como pesquisadora do grupo Estética e existência (UFBA), cadastrado no Cnpq. É autora dos livros As Vestes da Boa Morte (EDUFRB, 2015), A moda numa perspectiva compreensiva (EDUFRB, 2014) As formas da moda (Annablume, 2013), A sagração da aparência (EDUFBA, 2011) e Os sentidos da moda (Annablume, 2005). 

 

 


 

 

Cpa Alaize dos Santos

 

TÍTULO: O SANTO É QUEM NOS VALE, RAPAZ! QUEM QUISER ACREDITAR, ACREDITA!
AUTOR: ALAIZE DOS SANTOS CONCEIÇÃO
EDITORA: PRISMAS

 

Sinopse:

O Santo é quem nos vale, rapaz! Quem quiser acreditar, acredita!”: Práticas Religiosas e Culturais nas Benzeções, trata-se de uma investigação história que analisa o universo cultural de Rezadeiras e Rezadores do Recôncavo Sul da Bahia, no âmbito das crenças religiosas, ao longo do século XX. Esses sujeitos históricos eram integrantes das classes trabalhadoras e negras que, por questões econômicas, foram introduzidos no mundo do trabalho ainda na infância. Compartilhando vivências raciais e de classe, esses indivíduos que, em sua maioria, são oriundos da segunda geração do pós-abolição, se dispersaram pela região em busca de melhores condições de vida. Nesse sentido, o livro busca na elucidação de experiências cotidianas, sobretudo no universo do trabalho e nos aspectos religiosos da benzeção, refletir acerca das identidades individuais e coletivas construídas ao longo de suas vidas. A permanência dos elementos culturais e religiosos revelam particularidades de uma população e as relações que estabeleceram com o sobrenatural, as doenças e a cura, suas expectativas, sentimentos e possibilidades de transcendência da dura realidade em que estavam imersos.

Sobre a autora:
Alaize dos Santos ConceiçãoFoto alaize dos Santos

Graduada em História pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB. Mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia – UFBA. Doutoranda em História Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Integrante do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Africanos e Afrobrasileiros (AFROUNEB/UNEB). Pesquisadora colaboradora do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos (CEPAIA/UNEB). Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Bahia, atuando principalmente nas temáticas relacionadas as contribuições, práticas culturais e religiosas das populações negras do Recôncavo.

 

 

 

 


 

 

Capa - jorge cardoso  Experiencia estetica e performance (1)

 

TÍTULO: EXPERIÊNCIA ESTÉTICA E PERFORMANCE
AUTOR: JORGE CARDOSO FILHO E ORGS.
EDITORA: EDUFBA

Sobre o Livro:

A coletânea é composta por textos que resultam dos debates realizados no interior do GT de Comunicação e Experiência Estética, nos encontros anuais da Compós e de artigos apresentados no Seminário Internacional Performance e Experiência Estética, realizado em Salvador, em 2012. A obra é resultado do intercâmbio de grupos de pesquisa dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação da UFBA, UFF e UFMG e conta ainda com trabalhos de Martin Seel, Raphael Baroni e Jean-Luc Moriceau.

 Jorge Cardoso Filho - Foto

Sobre o Autor: Jorge Cardoso Filho

Doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA). Estágio doutoral na Goethe-Universität Frankfurt am Main. Docente do Centro de Artes, Humanidade e Letras na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Áreas de pesquisa: Música, Estética da Comunicação e Crítica Cultural.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


capa A cabeça calva de Deus

 

TÍTULO: A CABEÇA CALVA DE DEUS, DE CORSINO FORTES,
O EPOS DE UMA NAÇÃO SOLAR NO COSMOS DA ÉPICA UNIVERSAL

AUTOR: CHRISTINA RAMALHO
EDITORA: ARTNER COMUNICAÇÃO

 

Resultado de pesquisa de pós-doutorado desenvolvida entre 2010 e 2012 por Christina Ramalho (UFS) junto à USP (bolsa FAPESP), com supervisão de Simone Caputo Gomes, a obra aborda a trilogia épica de Corsino Fortes, a partir dos aspectos: proposição, invocação, divisão em cantos, plano histórico,plano maravilhoso, plano literário e heroísmo. Em cada capítulo, a autora apresenta um estudo teórico sobre essas categorias, trazendo exemplos de poemas épicos de diversas épocas e nacionalidades, para, em seguida, tratar detalhadamente do modo como esses aspectos estão presentes na obra de Fortes, com destaque para os referentes míticos, históricos e culturais que configuram a matéria épica da trilogia: a formação identitária de Cabo Verde.

 


 

 

capa História da Epopeia vol 2

 

TÍTULO: HISTÓRIA DA EPOPEIA BRASILEIRA DAS ORIGENS AO SÉCULO XVIII
AUTOR: CHRISTINA RAMALHO
EDITORA: ARTNER COMUNICAÇÃO

Segundo volume da obra História da epopeia brasileira lançada em 2007. O primeiro volume, dividido em duas partes, de autoria de Anazildo Vasconcelos da Silva (UFRJ) e Christina Ramalho (UFS) tem conteúdo teórico sobre o gênero épico. O segundo, escrito a quatro mãos pelos dois autores, dá início ao percurso propriamente dito da História da epopeia brasileira, abordando, criticamente, seis poemas épicos:  De Gestis Mendi de Saa (1563), de José de Anchieta;  Prosopopeia (1601), de Bento Teixeira; O Uruguai (1769), de Basílio da Gama; Vila Rica (1773), de Cláudio Manuel da Costa;  Caramuru (1781), de Frei Santa Rita Durão; e Muhuraida (1875), de Henrique João Wilkens. No início de 2016 será lançado o volume 3, que aborda toda a poesia épica do século XIX, e em 2017 e 2018, respectivamente, os volumes 4 e 5, sobre a épica moderna e a pós-moderna.


 

capa Prosa e poesia em sala de aula

TÍTULO: PROSA E POESIA EM SALA DE AULA
AUTOR: CHRISTINA RAMALHO E JEANE NASCIMENTO
EDITORA: ARTNER COMUNICAÇÃO

Organizado por Christina Ramalho E Jeane Nascimento, com prefácio de Anélia Pietrani, Prosa e poesia em sala de aula é o segundo número da coleção “Série acadêmica. Estudos Linguísticos e Literários”, dirigida por Christina Ramalho. O livro reúne 10 artigos escritos individualmente, em dupla ou trio, por Alexsandra Dantas Oliveira Andrade, Anaximandro Alessandro Lelis, Carmem Silvia de Almeida, Cynthia Carlla de Almeida Andrade, Edineide Santana Cardoso da Silva, Elizabeth Dias de Souza Cintra, Gildete Cecilia Neri Santos, Gilvan da Costa Santana, José Alexandre dos Santos, José Teixeira Neto, Lucicleide Costa Rocha, Maria Edriana dos Santos Rocha, Meiryelle Paixão Menezes,Raiff Magno Barbosa Pereira, Rejanilza Santos da Silva Barboza, Sandra Virgínia Correia de Andrade Santos, Wagner Guimarães Silva e Waldemar Valença Pereira, todos professores do ensino público, mestres e doutor (Raiff). Os artigos versam sobre a prática de ensino de Literatura (prosa e poesia) no Ensino Fundamental e Médio.


 

 

 

 

LINK DO LIVRO

TÍTULO: NARRATIVAS DA GUINÉ-BISSAU, A NAÇÃO DA “TRILOGIA” ROMANESCA DE ABDULAI SILA
AUTOR: SUELY SANTOS SANTANA
EDITORA: EDUNEB

 

A Série Teses e Dissertações torna público o conhecimento produzido pelos docentes da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) vinculados aos Programas de Pós-Graduação stricto sensu e contribui para o fortalecimento dos seus cursos a partir da publicação científica e de qualidade. Nesse volume a autora trabalha com interpretação da linguagem na produção dos romances de AbdulaiLINK DO LIVRO2 Sila.

Após a conquista da independência do jugo colonial português, a Guiné-Bissau depara-se com o difícil encargo de (re)construir a sua nação. A literatura tem papel fundamental nessa tarefa. É nesse contexto de pós-independência e luta pela (re)construção da nação bissau-guineense que se insere o escritor Abdulai Sila, considerado autor do primeiro romance nacional. Empreende-se uma leitura das narrativas do escritor, através da sua “trilogia” inicial – composta pelos romances Eterna paixão, A última tragédia e Mistida –, defendendo que ele faz a narração da nação bissau-guineense, por  um lado, criticando os fatores responsáveis pelo fracasso dos projetos da  independência enquanto, por outro, problematiza tais fatores, demonstrando, com isso uma vontade de participar da (re)construção da nação, inclusive, apontando uma ponta de esperança no futuro.

Suely Santos Santana é natural de Santo Antonio de Jesus-BA. Doutora em Estudos Étnicos e Africanos e Mestre em Letras pela UFBA. Especialista em Metodologia e Prática do Ensino de Língua Portuguesa pela UEFS e Licenciada em Letras pela UNEB. É professora de Literaturas e Estágio na UNEB Campus V-Santo Antonio de Jesus, Coordenadora do AFROUNEB

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

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